11/04/2007
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17h54
da Folha Online, em Brasília
O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, disse nesta quarta-feira duvidar que controladores de tráfego aéreo de Brasília peçam baixa coletiva para forçar o governo a desmilitarizar o setor, mas afirmou que já tem um "plano B", caso a decisão seja tomada. Segundo o brigadeiro, os controladores "têm juízo", uma vez que precisam sustentar suas famílias.
"Eu não acredito em baixa coletiva. É dar um tiro no pé. Se isso ocorrer, temos outros planos", afirmou sem revelar a estratégia da Aeronáutica para uma substituição em massa dos controladores.
A informação de que os controladores estudam pedir baixa surgiu na terça (10), após eles se reuniram com a direção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A medida seria tomada por cerca de 120 dos 260 controladores em atividade atualmente no Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), em Brasília, caso o governo desista de desmilitarizar o setor.
O comandante da Aeronáutica disse, ainda, que a solução para a crise aérea do país é a formação de novos controladores diante do pequeno número existente para atender a demanda do tráfego aéreo no país. Segundo o brigadeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já autorizou a contratação de mais cem controladores que estão na reserva para suprir as necessidades imediatas do setor.
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Aeronáutica diz ter "plano B" para eventual baixa coletiva de controladores
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GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, disse nesta quarta-feira duvidar que controladores de tráfego aéreo de Brasília peçam baixa coletiva para forçar o governo a desmilitarizar o setor, mas afirmou que já tem um "plano B", caso a decisão seja tomada. Segundo o brigadeiro, os controladores "têm juízo", uma vez que precisam sustentar suas famílias.
"Eu não acredito em baixa coletiva. É dar um tiro no pé. Se isso ocorrer, temos outros planos", afirmou sem revelar a estratégia da Aeronáutica para uma substituição em massa dos controladores.
A informação de que os controladores estudam pedir baixa surgiu na terça (10), após eles se reuniram com a direção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A medida seria tomada por cerca de 120 dos 260 controladores em atividade atualmente no Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), em Brasília, caso o governo desista de desmilitarizar o setor.
O comandante da Aeronáutica disse, ainda, que a solução para a crise aérea do país é a formação de novos controladores diante do pequeno número existente para atender a demanda do tráfego aéreo no país. Segundo o brigadeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já autorizou a contratação de mais cem controladores que estão na reserva para suprir as necessidades imediatas do setor.
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