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30/10/2010 - 12h37

Dilma diz que governará para todos e manterá relação 'íntima e forte' com Lula

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DANIELA LIMA
ENVIADA ESPECIAL A BELO HORIZONTE
RODRIGO VIZEU
DE BELO HORIZONTE

Antes da carreata que marca o encerramento de sua campanha, Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República, fez um balanço da eleição. Disse que, se eleita, fará um governo para todos, sem discriminar governadores e prefeitos de outros partidos e que manterá relação "íntima e forte" com o presidente Lula.

"O presidente Lula será sempre uma pessoa com a qual eu vou contar. Tenho imensa confiança política e pessoal. Sempre que puder conversarei com o presidente. Terei com ele uma relação muito íntima e muito forte. Não há ninguém nesse país que vai me separar do presidente Lula", afirmou a candidata.

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Dilma falou à imprensa em Belo Horizonte, à beira da lagoa da Pampulha. A petista ressaltou que irá governar com a sua coligação, mas que tratará governadores e prefeitos de outros partidos de forma "republicana".

"Eu tenho uma coligação e vou governar com a minha coligação, mas para todos os brasileiros, sem fazer discriminação de partidos. Vou me relacionar com governadores e prefeitos, mesmo de outros partidos, de uma forma republicana, transparente e correta", ressaltou.

A candidata disse que promoverá "não só o desenvolvimento material, mas também de valores" na sociedade. A declaração foi dada após a petista dizer que não guarda mágoas pelo que chamou de "calúnias" divulgadas durante a eleição.

"Foi uma campanha muitas vezes dura. Houve calúnias, tanto pela internet e telefonemas, quanto por panfletos. Quero dizer que eu não guardo mágoa. Quando a gente guarda mágoa a gente carrega um peso na alma que não tem aquela generosidade que é necessária para qualquer um viver."

MINAS GERAIS

A ex-ministra ressaltou a importância de Minas Gerais em sua trajetória política. "Aqui é o local que eu sempre tenho como referência quando se trata do início da minha vida política. Por isso eu acho simbólico que, nesse final de campanha, eu retorne e faça o encerramento do segundo turno", disse Dilma. Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país.

PIMENTEL

Durante a coletiva, Dilma repreendeu o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) que tentou tirá-la da entrevista. Irritado, Pimentel disse que a agenda estava atrasada e que ela não responderia a perguntas.

"Ninguém aqui impõe nada para ninguém. Nós estamos em um ambiente democrático. É uma festa, então todo mundo pode perguntar. Vamos ser assim... bem leves", disse Dilma, enquanto Pimentel estava abaixado, tentando puxá-la.

 

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