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26/11/2010 - 10h34

Juiz tranca investigação sobre a quebra de sigilo de ligados ao PSDB

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DE BRASÍLIA

A Justiça Federal condicionou a continuidade da investigação da quebra de sigilo de pessoas ligadas ao PSDB à explicação da Polícia Federal sobre um extrato telefônico anexado ao inquérito.

O juiz da 12ª Vara Federal, Marcus Vinícius Bastos, determinou que, antes de prosseguir com a apuração, a PF esclareça a origem de uma planilha com ligações feitas pelo despachante Dirceu Garcia.

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Ele é apontado pela polícia como o intermediário da quebra de sigilo do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outras seis pessoas.

Garcia entregou à PF o extrato para comprovar ligações dele com o jornalista Amaury Ribeiro Jr., que, segundo as investigações, encomendou e pagou pelos documentos sigilosos. Amaury nega participação na quebra de sigilo.

Em depoimento à PF, o despachante admitiu que recebeu R$ 12 mil de Amaury para comprar declarações de pessoas próximas a José Serra (PSDB). Ele entregou ainda "autorização de quebra de sigilo" agora questionada por Amaury.

O despachante apresentou também uma lista sem timbre da operadora de telefonia com histórico de ligações. A Justiça aceitou o pedido do jornalista, que questiona a legalidade da documentação anexada sem autorização.

O despacho do juiz que pede explicações à PF é do dia 16 de novembro. Procurado, o magistrado, que está em férias, não foi localizado.

A polícia diz que desconhece qualquer solicitação da Justiça, que no início do mês requisitou o inquérito.

 

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