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Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Guilherme Seto e Danielle Brant

Centrais sindicais planejam 1º de Maio no Vale do Anhangabaú

Dirigentes se reuniram com o prefeito Ricardo Nunes para fazer a solicitação nesta sexta (24)

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São Paulo

As centrais sindicais têm avançado em um acordo para realizar um ato unificado de 1º de Maio no Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo.

Elas devem bater o martelo nos próximos dias, em reunião dos dirigentes de centrais como CUT, Força Sindical e UGT.

Nesta sexta-feira (24), representantes da Força Sindical reuniram-se com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e solicitaram a utilização do Anhangabaú. As tratativas também terão que passar pela Viva o Vale, concessionária que administra o espaço desde 2021.

Ato unificado das centrais sindicais para comemorar o 1º de Maio na praça Charles Milles - Bruno Santos-1º.mai.2022/Folhapress

A escolha das centrais está marcada pelo simbolismo ligado ao histórico de manifestações populares que ocorreram no local. Em abril de 1984, por exemplo, milhares de pessoas ocuparam o Vale do Anhangabaú para o comício das Diretas Já, movimento que pedia o fim da ditadura militar e a volta de eleições diretas para presidente.

Em 2022, o ato das centrais ocorreu na praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, contou com a presença do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ficou marcado pela apresentação da cantora Daniela Mercury.

As redes bolsonaristas divulgaram que ela havia sido remunerada com recursos da Prefeitura de São Paulo por meio da indicação de emendas parlamentares de vereadores. Ela depois anunciou que abriria mão do cachê.

À época, o Painel revelou que eventos prestigiados pelos bolsonaristas, como a Marcha para Jesus, também são financiados por emendas parlamentares.

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