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Julio Wiziack é editor do Painel S.A. e está na Folha desde 2007, cobrindo bastidores de economia e negócios. Foi repórter especial e venceu os prêmios Esso e Embratel, em 2012

Doria chora em retomada de evento do Lide na pandemia

Fórum que reunia até 500 empresários é realizado com apenas 100 neste ano

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São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria, se emocionou e chorou, nesta quinta (21) em seu discurso de abertura da vigésima edição do Fórum Empresarial Lide, o evento mais importante no calendário anual de palestras e seminários do Lide, que passou a ser apresentado por Johnny, o filho mais velho de Doria, após 2017, quando o pai assumiu a prefeitura.

Conhecido pelas edições de Comandatuba (BA), Foz do Iguaçu (PR) e Campos do Jordão (SP), o evento teve de ser substituído por uma edição virtual no ano passado, quando a pandemia começou.

E com o avanço da vacinação, voltou, porém, mudou de cara em uma versão híbrida, com cerca de cem empresários apenas, ante quase 500 nos anos anteriores. Mas retomou o espírito dos eventos que reúnem alguns dos maiores políticos e homens de negócios do país para trocarem ideias e cartões de visita, com o patrocínio de grandes empresas, como Cosan, BTG, Amil, Movida e Bradesco neste ano.

Da abertura participaram nomes como o ex-presidente Michel Temer, em um dos painéis de debate, e Gilberto Tomazoni, presidente da JBS, em outro. Leon Tondowski, presidente da Ambipar, e Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB, também palestraram.

Johnny diz que não encarou como retomada, porque os eventos continuaram na pandemia, mesmo que virtuais. Para o governador, foi diferente.

"Hoje foi especial para mim. Primeiro, por ver meu filho, que tinha seis anos de idade quando começamos o Lide. Depois, por rever pessoas de quem eu gosto muito e que eu não via há dois anos. Isso tudo me tocou o coração. Derrubei algumas lágrimas, mas foi pela alegria", disse Doria.

com Mariana Grazini e Andressa Motter

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