Descrição de chapéu Coronavírus

Decreto de Covas prorroga quarentena até dia 15 de junho na capital

Publicação também disciplina reabertura, que deve ser feita por apenas quatro horas e com 20% da capacidade

São Paulo

A gestão Bruno Covas (PSDB) prorrogou até o dia 15 de junho a proibição de atendimento presencial em estabelecimentos na cidade de São Paulo.

Decreto do prefeito prorroga suspensão imposta por decreto de 24 de março, que proibiu este tipo de atendimento para "estabelecimentos comerciais de bens e mercadorias, atacadistas, varejistas e ambulantes, e prestadores de serviço em funcionamento no Município de São Paulo.

O governador João Doria (PSDB) incluiu São Paulo na zona laranja, que possibilita a reabertura. No entanto, a decisão cabe aos prefeitos.

Em São Paulo, Covas já havia dito que a reabertura não seria imediata, uma vez que os protocolos para isso teriam que ser aprovados. Segundo a prefeitura, porém, grupos que fecharem o protocolo antes do dia 15 poderão abrir.

O decreto de Covas também disciplina como será a retomada no atual estágio da cidade, laranja, que permite abertura de comércios, serviços e shopping centers.

A capacidade dos estabelecimentos deve estar limitada a 20% e por quatro horas seguidas, além de adoção de protocolos padrões e setoriais específicos, que deverão ser aprovados pela prefeitura.

No caso dos shoppings, há uma proibição adicional, que se refere ao uso das praças de alimentação.

O decreto afirma que o procedimento para retomada de atividades acontecerá a partir de apresentação de proposta por entidades dos setores econômicos previstos conforme cada classificação epidemiológica.

As propostas devem ter os seguintes pontos: protocolos de distanciamento, de orientação a clientes e colaboradores, horários alternativos, sistema de agendamento para atendimento, fiscalização e monitoramento, esquema de apoio para colaboradores que não tenham com quem deixar dependentes em período de escolas e abrigos fechados.

Tópicos relacionados

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.