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Brasil completa 40 dias com média móvel de mortes por Covid acima de 1.000

País registrou, pelo terceiro dia consecutivo, recorde na média móvel de óbitos

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São Paulo

O Brasil completou 40 dias com mais 1.000 mortes de média móvel, nesta segunda-feira (1º). O valor da média também foi recorde, pelo terceiro dia consecutivo, chegando a 1.223.

Os recordes dos dois dias anteriores tinham sido de 1.208 e 1.180. A média é recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

O Brasil enfrenta o seu pior momento na pandemia.

Nesta segunda, foram registradas 818 mortes pela Covid-19 e 40.479 casos da doença. Com isso, são 255.836 óbitos e 10.589.608 pessoas infectadas pela Covid-19 desde o início da pandemia.

Esta segunda teve o 2º maior número de mortes de uma segunda-feira durante a pandemia. O recorde ocorreu em 8 de junho de 2020, com 856 óbitos. Aos domingos, segundas e feriados os dados de Covid costumam ser menores, por atrasos de notificação nas secretarias de saúde.

Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio também atualizou informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 23 estados.

Foram aplicadas no total 8.783.517 doses de vacina (6.770.596 da primeira dose e 2.012.921 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde. Nesta segunda, foram 194.487 primeiras doses e 79.517 segundas.

As vacinas disponíveis no Brasil são a Coronavac, do Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e a Covishield, imunizante da Fiocruz desenvolvido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca.

​A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

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