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Brasil registra 2.531 mortes por Covid em 24 h e passa de 15 milhões de casos

País completa 51 dias com média móvel de óbitos acima de 2.000; foram registradas mais de 1 milhão de doses de vacina aplicadas

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São Paulo

O Brasil registrou 2.531 mortes pela Covid-19 e 72.559 casos da doença, nesta quinta-feira (6). O país, dessa forma, chega a 15.009.023 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Até o momento, o Brasil já soma 417.176 óbitos. Na última quinta (29), o país ultrapassava 400 mil vidas perdidas.

A média móvel se encontra em 2.251 mortes por dia, uma situação de estabilidade em relação ao dado de duas semanas atrás. A média completa 51 dias acima de 2.000 mortes por dia e 106 acima de 1.000. Ela é um instrumento estatístico que busca amenizar variações nos dados, como os que costumam acontecer aos finais de semana e feriados. O dado é calculado pela soma das mortes dos últimos sete dias e pela divisão do resultado por sete.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

Foram atualizadas as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 24 estados e o Distrito Federal.

Nesta quinta, foram registradas 1.111.706 doses aplicadas da vacina contra a Covid, 816.099 primeiras doses e 295.607 segundas.

Já foram aplicadas no total 51.555.502 doses de vacina (34.220.432 da primeira dose e 17.335.070 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Com os dados vacinais desta segunda, 21,27% da população com mais de 18 anos recebeu a 1ª dose da vacina contra a Covid e 10,77% recebeu a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

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