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O Julgamento do Mensalão
 
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O esquema

O Supremo Tribunal Federal concluiu que o mensalão foi um esquema ilegal de financiamento político organizado pelo PT para corromper parlamentares e garantir apoio ao governo Lula no Congresso em 2003 e 2004, logo após a chegada do partido ao poder.

Esquemas dentro do esquema

NÚCLEO POLÍTICO

Segundo o entendimento do Supremo, o esquema foi organizado por um núcleo político chefiado pelo então ministro da Casa Civil, José Dirceu, e integrado por outros três dirigentes partidários que integravam a cúpula do PT no início do governo Lula

NÚCLEO OPERACIONAL

O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, dono de agências de publicidade que tinham contratos com o governo federal, foi condenado por usar suas empresas para desviar recursos dos cofres públicos para os políticos indicados pelos petistas

NÚCLEO FINANCEIRO

O STF concluiu que o Banco Rural deu suporte ao mensalão, alimentando o esquema com empréstimos fraudulentos, permitindo que os políticos sacassem o dinheiro sem se identificar, e transferindo parte dos recursos para o exterior

O Esquema

Dirceu foi o ministro mais poderoso do início do governo Lula e o principal responsável pelos acordos com os partidos que se aliaram ao PT. Foi condenado com base no conceito do "domínio do fato", ou seja, comandava o esquema sem atuar diretamente nas ações criminosas, mas tinha domínio sobre os atos
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Como presidente do PT, José Genoino foi um dos principais interlocutores do PT nas negociações com os partidos aliados. Segundo concluiu o STF, ele discutiu os valores a serem pagos aos congressistas
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O ex-sindicalista Delúbio Soares de Castro negociou a montagem do mensalão e orientou a distribuição do dinheiro. Ele era o elo entre o núcleo político e o operacional
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Denunciado por negociar indicações dos partidos para cargos no governo, fez acordo com a Justiça para cumprir serviço comunitário e foi excluído do processo
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Era sócio de Marcos Valério nas empresas e foi condenado pela participação na montagem e na aplicação do esquema
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Era sócio de Marcos Valério nas empresas e foi condenado pela participação na montagem e na aplicação do esquema
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Dono de agências de publicidade que tinham contratos com o governo, Valério era o operador do mensalão, segundo concluiu o Supremo. Ele se aproximou do PT em 2002 e montara um esquema de desvios que já teria sido usado para ajudar o PSDB em Minas em 1998
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Funcionária das empresas de Valério, foi tratada como "mequetrefe" por seu advogado durante o julgamento. O Supremo a abolveu por falta de provas de sua participação no esquema
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Funcionária das empresas de Valério, foi condenada por transferir e sacar valores para os pagamentos aos deputados
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Era sócio de Marcos Valério nas empresas e foi condenado pela participação na montagem e na aplicação do esquema.
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Sócia e ex-presidente do Banco Rural, Rabello foi condenada pelo Supremo por firmar contratos de empréstimos fraudulentos com o PT e com empresas de Marcos Valério que alimentaram o esquema
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Foi considerado culpado por autorizar a contratação e a renovação dos empréstimos para o PT e as empresas de Marcos Valério. Também foi culpado por transferiu ilegalmente recursos para o publicitário Duda Mendonça no exterior
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Acusada de ajudar a aprovar os empréstimos fraudulentos, foi inocentada pela maioria do Supremo por falta de provas
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Responsável por não avisar às autoridades de irregularidades ocorridas no banco, foi condenado pelo Supremo e afastado da vice-presidência do banco durante o julgamento
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