Países ricos e emergentes não fixam metas concretas sobre aquecimento global
da France Presse, em Toyako (Japão)
Os líderes dos principais países ricos e emergentes do planeta, incluindo Estados Unidos, Brasil e México, concordaram em trabalhar juntos para reduzir as emissões de gases responsáveis pelo "efeito estufa" a longo prazo, mas fracassaram em estabelecer metas e prazos concretos para deter o aquecimento global.
"Apoiamos uma visão compartilhada para uma cooperação, incluindo uma meta global a longo prazo para a redução das emissões", destacaram os líderes dos 16 países, que emitem 80% dos gases de efeito estufa do planeta.
A decisão foi anunciada ao final da sessão ampliada do G8 para tratar do aquecimento global, durante a Cúpula de Toyako (norte do Japão).
"Atingir nossa meta global a longo prazo requer atingir as metas a médio prazo" adotadas pelos países ricos, assim como os esforços dos países emergentes para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, destacaram os 16 líderes reunidos no Japão.
Os chefes de Estado e de governo do G8 concordaram em reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em pelo menos 50% até 2050, mas também exigiram esforços dos grandes países emergentes para combater o aquecimento global.
"A mudança climática é um dos grandes desafios de nossa era", destacaram os líderes na declaração final do encontro.
"Nossas nações seguirão trabalhando de maneira construtiva para promover o sucesso da conferência sobre mudança climática de Copenhage", disseram em referência ao encontro da ONU previsto para dezembro de 2009, visando um tratado mundial de redução das emissões que substitua o Protocolo de Kioto, que vence em 2012.
Esta reunião do MEM (Major Economies Meeting) foi a primeira entre chefes de Estado e de Governo desde que os Estados Unidos lançaram o processo, em setembro de 2007, para integrar as grandes nações emergentes ao debate sobre a mudança climática.
O MEM é integrado pelo G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido, Itália, Japão e Rússia), os emergentes do G5 (Brasil, China, Índia, México e África do Sul) e por Austrália, Indonésia e Coréia do Sul.
Esta sessão ampliada da Cúpula do G8 contou ainda com a presença dos chefes da ONU, Banco Mundial, Agência Internacional de Energia e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômicos.
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Especial


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Mesmo as hidroelétricos não são tão ecologicamante corretas como nos são vendidas, elas rompem o equilibrio ambiental, das matas, dos peixes e suas piracemas. Há sim um preço por toda devastação sem medidas que fizemos. desde pequeno que sempre ouvi que nossas florestas e nossos animais eram infinitos, foi assim que os colonizadores europeus viram este "paraiso" tropical, sem fim, eles não podiam claro ter a dimensão total. Conclusão temos muitos animais em vias de extinsão, rios sem vida, ar irrespirável por escamentos e combustiveis (aqui da pior qualidade, graças a Petrobrás das elites petistas). É preciso sim fazer algo sério, não politico como fez Lula e Dilma ao proporem, com Sarkozy algo que de antemão já sabiam não VÃO CUMPRIR, pois é eleitoreiro, para minimizar a Marina Silva.
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Insondáveis mistérios Antônio!
Tenho mais duas teorias além da sua:
1 - Toda água provem do espaço exterior. Chega na nossa alta atmosfera na forma de cometas de gelo e formam as núvens Cirrus (aquelas bem altas e alongadas). Então a Terra ganha massa continuamente e isso acaba "desequilibrando" as placas tectônicas, gerando terremotos e outros cataclismas. Imagine um furacão na superfície de Marte, onde a gravidade é bem menor. Se aqui um tornado ou furacão pode elevar vacas e automóveis, um furacão em Marte poria a água em orbita, sendo atraida pela nossa gravitação.
2 - O canal do Panamá é muito pequeno para as atuais necessidades. Creio que estão planejando um outro mais ao sul, sendo necessário roubar mais um pedaço da Colômbia, com modificações muito dramáticas na geo-política sul americana. Se o plano não dá certo o jeito seria descongelar o oceano Ártico para promover a passagem de navios entre o Pacífico e o Atlantico sem terem que vir até o polo Sul. Para isso se promoveria o aquecimento localizado dentro de uma corrente maritma. Há uma extensa discussão sobre isso no Google Earth. Isso poderia justificar a mudança climática no sul do país.
Pronto, já dei meu pitaco.
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