Arquivos da ditadura
Disputa entre Dilma e Amorim emperra abertura de arquivos
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Assassina tipo a cubana, que mandou quase 100.000 pessoas aos "paredóns" e que 50 anos depois, ainda permance intocável.
Mas esses não recebem críticas.
São até endeusados pelos sem caráter...
Enquanto isso aqui no Brasil, dinheiro público é usado para recompensar quem cometeu crimes, uma vez que, crime de terrorismo, não prescreve.
Aproveitem esta safadeza enquanto podem, uma hora qualquer a maré vai mudar e a justiça será realmente feita...
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Certamente ela tem conhecimento q pelos procedimentos da comissão militar da guerrilha seus familiares teriam sido mortos pelo próprio partido uma vez q se exigia cumprimento das decisões e aceitação indiscutível de procedimentos q são:
1. se vc for preso pelo Exército, será torturado até a morte. Isso levou muitos militantes a resistir até à morte no decorrer das operações.
2. se vc abandonar o seu ponto de apoio e o seu destacamento, vc não sobreviverá no interior da selva
3. qm entrar na área não poderá dela se ausentar ou sair sem autorização da comissão militar ou do comitê central
4. qto as mulheres,a constatação de uma gravidez exigia a realização de um aborto pois a saída da área poria em risco a segurança da guerrilha
O militante "Mundico" (Rosalindo de Souza), ao abandonar a área foi justiçado pla comissão militar, episódio acobertado e, até hoje, não explicado pelos dirigentes partidários. Em contrapartida, a militante Criméia Schmidt Almeida,grávida,saiu da área ao final de 72. Crimeia mantinha relacionamento familiar com André,filho de Maurício Grabois membro da comissão militar.
Q autoridade tem essa senhora para atacar o Min da Defesa?
Não sente vergonha de ter tido familiares privilegiados enquanto q demais companheiras abortaram ou morreram justiçadas ou tiveram de fugir e enfrentar os desafios e os perigos da selva?
Dois pesos, duas medidas...
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1. O sr. João Goulart, o Jango, "presidente" do Brasil à época, cunhado de um dos piores governadores que o RJ já teve, o sr. Leonel Brizola, viajava à China, país comunista que durante a ditadura, aí sim ditadura, de Mao Tse Tung matou mais de 60 MILHÕES de chineses;
2. O caos e a bandalheira haviam se instalado no Brasil com o governo de Jango, tal como atualmente, e a situação tornava-se insustentável;
3. Portanto: comunismo, caos, bandalheira, etc., foram combatidos pelos militares, esses sim os verdadeiros patriotas, que hoje são difamados pelos senhores da inicial. Leitores, informem-se com relatos e depoimentos verídicos sobre o assunto em www.midiasemmascara.org;
4. Na União Soviética, o ditador Stalin matou outros 60 MILHÕES de soviéticos. Fidel Castro dizimou cerca de 150 mil cubanos;
5. A famosa guerrilha do Araguaia era modelada por táticas chinesas e cubanas. Imaginem tais guerrilheiros prosseguindo em seus ideais de poder e terror. Sim, poder e terror, pois essas foram a marca registrada dos "camaradas". Por que indenizar e idolatrá-los?
6. Finalizando, se hoje discutimos e expressamos pensamentos foi porque esse país não se tornou uma ditadura comunista conforme queriam alguns. Não defendo o uso de armas, mas foram necessárias para que extirpássemos esse mal da nossa sociedade. Tomemos cuidado, pois parece que ele ressurge.
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Se o que queremos é consolidar a democracia política como valor permanente, como conjunto de relações sociais a ser permanentemente aperfeiçoado até a afirmação plena da cidadania, um enfrentamento, sempre protelado se faz necessário: julgar e processar os violadores dos direitos humanos durante o regime militar.Como a história é entendida a partir de recortes da memória, os embates travados, em 2008, entre a Advocacia-Geral da União (AGU), que produziu parecer favorável a torturadores, e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que considera o crime de tortura imprescritível, deixam evidente que, ao contrário de países vizinhos, ainda não há no governo brasileiro uma leitura atualizada da Lei da Anistia, sancionada em plena ditadura.Falta, como destaca Glenda Mezarobba, professora da Unicamp, "uma interpretação sob a ótica dos direitos humanos e do direito internacional que afirma que não há anistia para crimes como a tortura".Afirmar que o expediente legal dos militares "propicia um clima de reconciliação e paz nacional" é desconhecer seus objetivos de origem: impedir que a sociedade tivesse direito à verdade, com a revelação dos crimes cometidos e suas circunstâncias, e evitar a punição dos responsáveis por atos repressivos e ilegais. Ademais, é sempre bom lembrar que a versão original da Lei 6.883 já foi bem alterada, o que não autoriza ações procrastinadoras ou leituras canhestras tão ao gosto do presidente do STF.Não punir torturadores é usar o esquecimento como princípio organizador da ação jurídico-política. É tomar o torturado como um corpo sobre o qual se pode agir perpetuamente, já que simbolicamente continua detido. Sob o manto da impunidade dos seus algozes, permanece suspenso em um pau de arara, enevoado pela cortina de uma ideologia autoritária que impossibilita a plenitude democrática. Não lhe é negada apenas a restituição da dignidade, mas a história do seu tempo, aquilo que dá sentido à vida e às lutas nela travadas. É chaga que não fecha. Personifica, perigosamente, o princípio da impunidade para o torturador que, pela sua natureza e magnitude, agravou a consciência ética da humanidade.A ditadura nasceu e se afirmou como contrarrevolução. Expressou, como definiu Otávio Ianni, a reação de um novo bloco de poder às reivindicações, lutas e conquistas de operários, camponeses e militares de baixa patente. "Em geral, os golpistas estavam combatendo propostas e realizações de movimentos e governos reformistas". Para tanto, o poder estatal alargou sua ação por todos os círculos da vida nacional, anulando o espaço do privado. O terror e a barbárie espalharam-se pelo tecido da sociedade civil até os mais distantes recantos e poros. Esgotado seu ciclo, por não ter sido enfrentado pelo Estado democrático, sobre ele paira como espectro.Como noticiou o Jornal do Brasil, "no salão nobre do Clube Militar, generais, brigadeiros e almirantes comemoram o aniversário da chamada por eles Revolução Democrática de 31 de março de 1964". O general Gilberto Figueiredo disse que via as manifestações de protesto dos estudantes "como direito de se manifestar e de interpretarem como querem, é o direito à liberdade".É uma observação incompleta. Como afirmou Herbert Marcuse, "esquecer é também perdoar o que não seria perdoado se a justiça e a liberdade prevalecessem. Esse perdão reproduz as condições que reproduzem injustiça e escravidão: esquecer o sofrimento passado é perdoar as forças que o causaram - sem derrotar essas forças".Até quando o general festejará as luzes que permanecem acesas nos porões?
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Senhores, um capitão desertor e assassino como carlos lmarca, além da indenização milionária a sua companheira, esta ainda recebe pensão vitalícia de coronel. E tentaram ainda, esses "camaradas" no porder, elevá-lo ao generalato. "general lamarca", uma piada de mal gosto. Outro absurdo crasso é um tunante de nome joão carlos grabois, que surrupiou cerca de R$ 39.000 de indenização, porque à época do regime militar, foi preso político sendo ainda um FETO. Isso mesmo, era um embrião ou feto na barriga de sua mãe que esteve encarcerada. A mãe levou uma bolada e o feto também. SÓ NESSE BRASIL COM ESSE ATUAL GOVERNO: expulsa pobres atletas cubanos para jogá-los perpetuamente nas masmorras de fidel e dá asilo a cesare battisti, terrorista assassino cruel e sanguinário, condenado por uma corte justa de um país democrático.
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Acho que a afinidade entre tucanos demos pfl vem de berço, os caras só pensam nas elites e na mídia conservadora que os polpa por afinidade neo-liberal!!!!
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O que estas pessoas MAIS querem é justamente o oposto disso.
Querem corpos, querem mídia, cobertura nacional e internacional, quanto maior a repercussão, melhor...
O objetivo dessa turma, não é nem um pouco humanitário acredito eu...
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Ditaduras existem ainda no mundo, são regimes que oprimem um povo, são regimes que previlegiam seus donos e o poder corportativistas.
O regime de ditadura dos militares muito comprometeram nosso progresso e desenvolvimento, e todos os regimes totalitarios comprometem o desenvolvimento, porque a liberdade é tolhida.
O regime que o outro grupo queria implantar o comunismo tambem seria uma ditadura mas como dizem uma ditadura de esquerda, sendo que a que existiu e venceu foi a de direita.
Para o povo era e foi uma violencia em dose dupla, de um lado o poder do exercito que estava constitucionalizado forte e organizado, do outro lado, intelectuais, estudantes, artistas, e outros que queriam tambem estar no Poder para deles tirarem seus proveitos.
Para o povo infelizmente um deles seria o vencedor e foi os militares, hoje ao contrario o outro lado venceu e esta no poder, tambem mostrando sua incompetencia como foi a dos militares.
E a Nação que deveria ser mais justa, menos sofrida, salva de todos as dificuldades socias como fica!
Fica ao lento ou ao vento para ir para onde ele a levar.
São ventos gelidos, fortes e incessantes que agredim a Nação a aos poucos vão destruindo toda e qualquer tentativa de se erguer, levantar suas vozes, para serem ouvidos e poderem gritar por liberdade.
Liberdade significa por fim a violencia, a reconstituição da familia brasileira.
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Esta fácil de sabermos o que realmente queriam os guerrilheiros é só usarmos com O JOSÉ DIRCEU, A ESTELA, O GENOÍNO OS MESMOS MÉTODOS QUE ELES USARAM com centenas de pessoas.
É bem capaz de conhecermos uma história diferente daquelas que hoje eles contam.
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Porque só se fala nos guerrilheiros como se fossem vítimas e, nós os soldados que passamos por várias dificuldades correndo risco até de morte, e nunca fomos reconhecido como combatentes em defesa de nossa pátria. Nunca fomos homenagiados.
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guerrilha, nao merece consideracao como cidadao
de um pais e sim punicao dentro da lei, e um
traidor da propria patria, sabemos se estes na-
quela epoca atigissem os objetivos para tal, com
certeza estariamos num regime autoritario, sem
direitos e principalamente liberdade de expressoes
hj, os que sobreviveram se dizem vitima, vitima
sim de seus proprios atos. sao pessoas que
nao merecem o respeito da sociedade.
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Quero saber:
Que mecanismos foram utilizados, que objetivos pretendiam para estabelecer pela força um enclave revolucionário do centro do País?
Por que o "paredón" fazia parte de sua estratégia? Como foram tratados os dissidentes naquele e em outros movimentos subversivos?
Quantos participantes se viram "justiçados" pelas implacáveis lideranças?
No Vale da Ribeira, faltam detalhes do relatório feito pelos assassinos sobre a execução, a pauladas, de um oficial da Polícia Militar paulista. Na capital, como planejaram e executaram sentinelas na porta dos quartéis?
De que forma e sob que argumentos fuzilaram delegados de polícia e até militares de outros países?
Srs Ministros:
Nos vários seqüestros de embaixadores, a ordem era mesmo matar os seguranças? Com base em que manual de direitos humanos?
Nos assaltos a bancos, que instruções receberam e como relataram seus atos que sacrificaram inocentes?
Quantas armas foram contrabandeadas de Cuba para o Araguaia?
Como eram ministrados cursos de guerrilha em Cuba e na China? Aprendia-se a matar pelas costas, com as próprias mãos e pelo garrote, sob patrocínio de governos estrangeiros?
A saída para acabar de vez com essa crise latente situa-se na abertura de TODOS os arquivos, poque arquivos existem nos dois lados...
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Se os ditos comunistas tivessem logrado êxito nas suas ações no Alto Araguia contra as forças da Estado com certeza hoje estarimos aquém da Cuba de Fidel Castro, da Albânia de Enver Hodja e da Coréia do Norte de Kim Jon Il.
Muitos dissidentes do Estado vigente de então demonstram atualmente que jamais teve ou tem qualquer compromisso com a nação no seu sentido lato e isto é facilmente identificado por suas respectivas posturas atuais, justificadas pela alegação de revisão dos seus respetivos pontos de vistas. Vemois hoje muitos que pregavam ações contra a corrupção, num passado não muito distante, envolvidos com a corrupção até o fio de cabelo. Até mesmo a sobrevivência do atual governo é produto da ação de contenção dos adversários políticos que, a revelia do interesse público, ignoraram e deixaram de investigar o nível de envolvimento do mandatário atual, em cujas hostes, segundo falam os próprio opositores, se desenvolveram algumas ações do tão propalado mensalão. Tal situação mostra que não existe oposição no país e tão pouco preocupação com a ética e a moralidade pública. Enquanto isso o Partido dos Trabalhadores, atual donatário do Brasil, vê, de modo titubeante, o seu projeto de governar o país pelo período de trinta anos ir pelo ralo.
De certo que a intenção do PT é instituir, tal qual o PRI no México e o Partido Colorado no Paraguai, uma ditadura sacramentada pelo voto.
cotinua...
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