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Diploma de Jornalista

Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Só o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção do diploma.


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Comentários dos leitores
Fernando Martins (1) 16/11/2009 22h32
Fernando Martins (1) 16/11/2009 22h32
É claro que a graduação é sempre bem-vinda e em muito auxilia na formação do profissional. Aliás, é um bom indicativo de sua aptidão. Entretanto, diploma, lamentavelmente, não garante nada. A idolatria de diplomas é um forte indício de profissionais inseguros ou certos de suas fraquezas e limitações.
O mercado e o público são sábios o suficiente para discernirem os bons, dos maus. Quem é bom, se estabelece com bom portifólio e legado profissional. Não precisa reivindicar reconhecimento nunca. Podem estar certos: o mercado é quem corre atrás dele.
Veja mais em: http://filhosdocaue.blogspot.com/2009/11/reconhecimento-do-jornalismo.html
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Antonio paiva (3) 16/11/2009 21h12
Antonio paiva (3) 16/11/2009 21h12
Rafael Dias da Silva, tão necessário quanto estudar para aprender é estudar em uma boa escola e provar (com "diploma") que o fez. Muitas pessoas precisam ler nos dicionários o que significa o termo "diploma". Às vezes vejo, em alguns canais de TV e jornais impressos, reportagens relacionadas à minha área de atuação que me dá pena. Imagino que não são formados, pois demonstram total desconhecimento do assunto. O pior de tudo é saber que esses "jornalistas" são formadores de opinião, e que, suas reportagens influenciarão muitas pessoas que não conseguem pensar sozinhas. sem opinião
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Marcelo Ferreira (37) 11/11/2009 23h18
Marcelo Ferreira (37) 11/11/2009 23h18
Gente, acordem! Não há apenas um interesse em jogo aqui, não é criar um estado Lulla absoluto, como nosso piaget escreveu abaixo, cada um tem interesses a defender aqui, seja ao lado dos que querem o diploma, seja ao lado dos que o desobriga.
Há ganhos em ambos os casos para diferentes pessoas. Hà jornalistas desesperados com a concorrência de formandos de outros cursos, há faculdades desesperadas com a possibilidade de desativação de cursos, há lobbistas desesperados em não perder seus "clientes". O que mais há são interesses, inclusive nossos. Cada um defende o seu, cada um sabe onde seu sapato aperta mais e, geralmente, não querem desapertar o sapato do vizinho, mas os seus próprios, claro.
Parem de ler uma porcaria de notícia e correr para reafirmar seus próprios pontos de vista nascidos e criados em suas mentes desde sempre e passem a tentar pensar que, talvez, o que mamãe e papai ensinaram, o que o "psôr" ensinou quando vocês eram tocos de gente, e as coisas que seus adorados e idolatrados políticos preferidos, sejam sociólogos liberais, ou torneiros-mecânicos pseudo-socialistas, todos têm seus interesses e brigam por eles. Cabe a vocês decidirem se apoiam um ou outra visão de mundo simplesmente porque aprenderam assim ou porque tiveram a coragem de olhar a realidade bem de frente e ver o que é melhor para a maioria. Diploma obrigatório ou não, garanto, ele e a falta dele não garantirão jornalistas melhores, somente caráteres melhores garantirão melhores profissionais
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Rafael Dias da Silva (130) 11/11/2009 11h52
Rafael Dias da Silva (130) 11/11/2009 11h52
Antonio paiva, estudar pra aprender, não pra puro formalismo. Diploma é papel pintado, e a adoração quase religiosa que se tem por ele mostra a insegurança sobre os próprios conhecimentos. sem opinião
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Jean Piaget (11) 11/11/2009 11h50
Jean Piaget (11) 11/11/2009 11h50
O QUE HÁ POR TRÁS DESSA INCIATIVA DO GOVERNO QUE AÍ ESTÁ???
O objetivo é a manipulação dos meios de comunicação social para o estabelecimento do "Estado do Lulla Absoluto".
O que resta do Partido dos Trabalhadores transformou o Partido do Lulla em Governo do Lulla e tenta aparelhar todas as instituições a fazer o "Estado do Lulla." E está conseguindo fazer essa fusão ou confusão interesseira e inconstitucional. "O estado sou eu" ...
Daí essa prioridade em calar o Jornal O Estado de S. Paulo e tentar submeter as empresas jornalísticas brasileiras à doutrina bolivariana de totalitarismo populista. Lulla não suporta críticas ao seu modo de administrar o desgoverno de apaniguados "que aí está". Não tolera denúncias de corrupção e farra com os nossos tributos, pois quer porque quer poder absoluto para decidir o que certo e o que é errado sem qualquer comentário da imprensa. Sem qualquer fiscalização do Tribunal de Contas da União ou qualquer investigação jornalística. Enfim, deseja reinar absoluto sem que haja acompanhamento dos donos do dinheiro!
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Antonio paiva (3) 04/11/2009 21h04
Antonio paiva (3) 04/11/2009 21h04
É justificavel que esses políticos queiram que os jornalistas não tenham curso superior, afinal quanto mais analfabetos forem (os jornalistas), mais fácil será de manipulá-los. Imaginem uma loira burra (não que só existam loiras burras) conduzindo um debate eleitoral com o presidente da república ou um governador! Além do mais, é um completo desrespeito com todos aqueles que lutaram por anos de sua vida para se formarem e de um dia para o outro, viram seu diploma ser jogado no lixo. Não sou jornalista, mas daqui a pouco, meu diploma também não terá nenhum valor. Como dizia meu primo, que hoje é flanelinha, estudar pra quê? 3 opiniões
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Rafael Melo (4) 28/10/2009 13h31
Rafael Melo (4) 28/10/2009 13h31
Só num país como o Brasil, q não é sério, p/ algo desse tipo acontecer. Como um ministro do stf (letra minúscula msm, não merecem pompa p/ caixa alta) pode abrir a boca e dizer q a profissão d jornalista não afeta a coletividade? Q tipo d jornalismo ele acha q se pratica no Brasil e no mundo? O fato é q é interessante p/ quem governa ou legisla não ter qualidade daqueles q investigam e criticam, e o jornalista é um dos q exercem esse papel. Assim, qq mendigo pode escrever e divulgar a sua matéria como jornalística, e sem saber as técnicas, as implicações q o seu texto ou produção pode causar e afins. E q tem vocação incorre no msm erro, afinal, não basta só "saber escrever". Definir jornalimos como aptidão p/ a escrita é reducionista e ignorante, algo q tem mto a ver c/ o sr. Gilmar Mendes, q deve se achar o rei do país. Quem é ele p/ afirmar q o jornalista pode ser qualquer um? No q ele se baseia p/ isso? Ele, alguma vez, entrou em uma faculdade d jornalismo, consultou a grade curricular d uma universidade d comunicação? Pois é, decisões unilaterais tomadas por poucos e q afetam mtos, sem nenhum tipo d consulta ou pesquisa popular. Essa é a tão badalada e pintada democracia brasileira. E quem paga, geralmente, é aquele q tenta q e quer fazer alguma coisa diferente ou melhor. 1 opinião
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Luís da Velosa (1397) 26/10/2009 08h41
Luís da Velosa (1397) 26/10/2009 08h41
Sou a favor do diploma. Primeiro, tendo em vista que o graduado estudou, investiu - às vezes com difuculdades -, enfim, sacrificou-se para concluir um curso de uma faculdade fundada para um fim. Segundo, aquele que não obteve a graduação, dela não precisa para exercer a nobilíssima e imprescindível profissão para a manutenção da formação da opinião pública e para a manutenção da democracia. Pode, até, ser um grande jornalista (desigualando os iguais), mas, não "perde" anos sem poder exercer o jornalismo, para estudar numa universidade. Acho, finalmente, portanto, há desigualdade entre os que são graduados e os que não são, revelando olvido ao princípio constitucional da isonomia. Ademais, para que fundar-se uma faculdade para submetê-la a esse tipo inusitado de política? 4 opiniões
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Saulo Mundim Lenza (614) 25/10/2009 11h18
Saulo Mundim Lenza (614) 25/10/2009 11h18
Temos que ser justos com todos.
Vamos exigir também diploma de curso "superior" para os flanelinhas, guardadores de carros e moto-taxistas.
Afinal o nosso parlamento, e o presidete da republica
de seriedade e nível de exigência tão alto está decidindo assim, e o presidente sancionou tudo.
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Marcelo Moreto (179) 15/10/2009 13h36
Marcelo Moreto (179) 15/10/2009 13h36
Se for exigido curso superior para ser político, abrirei uma empresa de venda de diplomas... hahahaha
É claro que eu não faria isso, mas o cenário atual seria totalmente modifocado. Iriam sobrar vagas para prefeitos, vereadores e outros sem valor algum do ramo!
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Washington Marques (105) 15/10/2009 11h39
Washington Marques (105) 15/10/2009 11h39
Sr Eros, realmente é lamentavel. É UM TEMA QUEAS AUTORIDADES BRASILEIRAS NEM DEVERIAM ESTAR DISCUTINDO, MAS COMO A GENTE SABE QUE ELES TEM MUITO POUCO A FAZER EM BRASILIA...
MAS, APROVAÇÃO DO PROJETO QUE DERRUBA O CANDIDATO COM FICHA SUJA NEM PENSAR, REFORMA TRIBUTÁRIA TAMBEM NÃO, REFORM POLITICA PRA QUE, REFORMA DO JUDICIARIO TAMBEM NÃO, MAS POR OUTRO LADO TIVEMOS A REEFORMA DA ORTOGRAFIA QUE É UMA COISA MUUIIITO UTIL, TEREMOS A COPA DO MUNDO EM 2014, OLIMPÍADAS EM 2016. ESSAS SÃO AS PREOCUPAÇÕES DOS POLITICOS BRASILEIROS.
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Rafael Bueno (1) 02/10/2009 12h30
Rafael Bueno (1) 02/10/2009 12h30
É isso aí pessoal, vamos aumentar o nível profissional em todos os trabalhos brasileiros!
Aliás, porque não aprovamos uma lei que obriga os políticos a terem curso superior de Administração Pública? Boa idéia, não?
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Helena Tanaka (5) 02/10/2009 10h10
Helena Tanaka (5) 02/10/2009 10h10
Há sempre um precursor. Um precedente. Nesse caso o curso de jornalismo. Quem sabe isente a exigência de diplomas, licenciaturas etc, para outros cursos. Matemática, história, fisica, química... Assim teremos mais professores. Basta fazer teste de vocação! E depois quem sabe, os títulos de bachareis para engenheiros, civis, navais, nucleares... Bastaria fazer um curso profissionalizante de alguns meses. E quem sabe para outras profissões... Contador, administrador de empresa, economista... E para não haver discriminação, direito, odontologia, medicina... Simples! Volte àquela época que não existia escolas, instituições de ensino. Voce começava como um aprendiz. Aprendia as tecnicas realmente necessárias para executar a sua profissião, ao invéz de ocupar os seus tempos assistindo matérias, que muitas vezes não acrescentaria nada na sua carreira. E ai sim, quem sabe, teríamos Profissionais no mercado, e não aqueles que apenas possuem um diploma por possuirem. É... E eu me matei 5 anos para conseguir um diploma... sem opinião
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eros alonso (2) 01/07/2009 12h00
eros alonso (2) 01/07/2009 12h00
Sou jornalista formado em 1979 pela Faculdade Cásper Líbero.Lutei para me formar e acreditava que naqueles anos o medlhor era ser jornalista para ajudar o Brasil a se democratizar.Deixei as Faculdades Direito e Psicologia e tanto no ano em que entrei na Faculdade de Jornalismo como no ano em que sai o Diploma era uma exigência da Lei. Considero que fui induzido pela União, pelo Estado Brasileiro, induzido ao erro, cursando uma Faculdade cujo diploma não tem validade profissional.Acredityo que sou vítima de um Estelionato, praticado pelos governantes deste país.Quando Leis deixam de valer, existe sempre a figura do Direito Adquirido.No meu caso, acredito que mereço Indenização, lembrando que para democratizar este país e o Supremo Tribunal Federal então passar a ter o poder que tem, muitas gente deu a cara para bater. Lembro-me de Vladimir Herzog, Manoel Filho e tantos outros. Lembro-me de quando cobríamos as greves no ABC e a polícia batia nas equipes de reportagens tentando inclusive retirar as fitas que gravavam imangens de extrema violência.Naquela época quem mandava era o Supremo Tribunal Militar. Nunca vi um dos renomados Juristas da mais alta corte do país nas fileiras da luta pela Democracia. Por que acreditar em Leis em um país capaz de praticar estelionato contra seus jovens idealistas ? Não acredito mais nas autoridades deste país. Penso até em recorrer à Justiça, mas também não confio nela.O termo para gente que faz o outro de otário é "cara de pau". 2 opiniões
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Rodrigo Vieira de Morais (175) 24/06/2009 17h09
Rodrigo Vieira de Morais (175) 24/06/2009 17h09
Como fazer um curso superior é estar numa "camisa de força".
O conhecimento adquirido numa faculdade ou universidade é a única coisa que não pode ser roubada de sua vida. Roubam seu carro, sua moto, dinheiro, sua mulher, sua casa, mas o conhecimento nunca.
Outra coisa, quem de vcs percebeu que logo após o primeiro ano do curso superior sua capacidade de raciocínio e lógica aumentou extraordinariamente.
Camisa de força é viver num país sob a tutela de um ministro totalmente desequilibrado mental.
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Rodrigo Vieira de Morais (175) 24/06/2009 16h55
Rodrigo Vieira de Morais (175) 24/06/2009 16h55
Se uma pessoa possui vocação para a função de jornalismo, então é vital que se faça um curso superior para que assim possa exercer a profissão com maior qualidade e profissionalismo. Independente se ela tenha 20, 30, 40 ou 90 anos de idade.
O ministro deveria ter proposto uma lei facilitando o ingresso ou diminuindo as horas de trabalho para a pessoa poder estudar numa faculdade.
Esta decisão é revoltante, um retrocesso, e não sou jornalista.
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Rodrigo Vieira de Morais (175) 24/06/2009 16h46
Rodrigo Vieira de Morais (175) 24/06/2009 16h46
O Ilmo Sr Gilmar Mendes, deu mais uma pancada na já defasária educação Brasileira.
Minhas estimativas estão certas, se as pessoas com mais de 50 anos que estudaram em excelentes escolas na década de 60 e 70, pensam assim. O que dizer nas pessoas com mais de 30 anos que estudaram nas escolas com qualidades medianas.
E a população com mais de 20 anos que estudam nas piores escolas dentro desta cronologia (totalmente perdidas).
Tenho certeza que, se não ocorrer uma revolução total no ensino nacional iremos perder as crianças com idade superior a 5 anos (onde se inclui meu filho).
Até quando iremos aceitar este drama, este país somente será "o país do futuro" quando a educação for o alicerce dos investimentos públicos. E isto eu gostaria de assistir pelo menos um dia de minha vida.
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Leon Diniz Diniz (397) 24/06/2009 13h24
Leon Diniz Diniz (397) 24/06/2009 13h24
A imprensa não se submeteu ao poder de Gilmar Mendes, ele e os seus supremos pares não demoraram a dar o troco naqueles que publicam noticias com as quais ele não concorda. Daqui por diante qualquer cearealista a rua Santa Rosa no Parque D. Pedro II pode execer a função de jornalista, sem diploma, fazendo entrevistas bem como escrever matérias sobre agro-negócios. E quem mais ousa discordar do imperador? Os Juizes de primeiro grau e alguns delegados já sentiram o peso da fúria de quem contraría o monarca, portanto o Ministério Público que se cuide, a mordaça vem aí. Será que não dá para o soberano voltar sua ira contra as torcidas organizadas que se escondem atras das bandeiras dos clubes para cometerem até crimes de morte? Ou então porque não impedir a diplomação de políticos corruptos com condenação na primeira e segunda instância? Dou um doce para o nobre ministro se daqui por diante ele tiver coragem passar diante de uma Faculdade de Jornalísmo. 10 opiniões
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angelo cardoso (10) 24/06/2009 11h53
angelo cardoso (10) 24/06/2009 11h53
Creio que o Ministro Gilmar Mendes está cometendo outro equívoco, ao dizer que, o Congresso não pode fazer mais nada. O papel do STF é julgar, o papel do Congresso é legislar. Não está havendo interferência de poder nesse caso? Como o judiciário pode emitir opinião sobre um assunto que ainda nem foi colocado na pauta de julgamento? sem opinião
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VASCO VASCONCELOS (6) 24/06/2009 11h39
VASCO VASCONCELOS (6) 24/06/2009 11h39
Em defesa dos jornalistas
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VASCO VASCONCELOS
Segundo Edmund Burke: "Quanto maior o poder mais perigoso é o abuso."Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados". Foi muito infeliz a decisão de o egrégio STF, derrubar a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo, numa afronta ao art. 205 CF. " A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Art. 43. da LDB - Lei 9.394/96 'a educação superior tem por finalidade (...); inciso 2 - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais. Jogou pro espaço os sonhos de milhares de jornalistas e de estudantes, que sacrificaram suas famílias, pagando altas mensalidades, e de opino viram os seus sonhos transformar em pesadelos. Porém em pior situação se encontram cerca de quatro milhões de bacharéis em direito, devidamente diplomados, qualificados por universidades reconhecidas e fiscalizadas pelo MEC, que estão impedidos de exercer a sua profissão por um órgão fiscalizador da profissão, num flagrante desrespeito, à Constituição. A OAB está usurpando prerrogativas do MEC, para impor o seu pecaminoso, restritivo, imoral, inconstitucional e famigerado exame da OAB, feito para reprovação em massa e enriquecer donos de c
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