Publicidade

Publicidade
Brasil
09/11/2007 - 18h03

PT pede ao TRE-SP a devolução do mandato de Soninha

Publicidade

da Folha Online

O diretório municipal do PT de São Paulo ingressou com uma representação no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) pedindo a devolução do mandato de vereadora de Soninha Francine. Ela se filiou ao PPS, onde deve sair candidata a prefeita em 2008.

Segundo o PT, Soninha foi eleita pelo partido em 2004 e se desligou da legenda, sem justa causa, em 27 de setembro.

A representação do PT foi elaborada com base na resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que fixou o marco temporal para aplicação da fidelidade partidária. Para o TSE, a fidelidade partidária para cargos majoritários --prefeitos, governadores, senadores e presidente da República-- deve ser aplicada a partir de 16 de outubro.

Já para os políticos eleitos pelo sistema proporcional --deputados estaduais, deputados federais e vereadores--, a fidelidade é válida desde 27 de março.

Pela regra, o TSE entende que os mandatos pertencem aos partidos e não aos políticos eleitos. Dessa forma, os partidos podem requerer na Justiça os mandatos dos "infiéis".

Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
avalie fechar
Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
avalie fechar
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (436)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca