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Brasil
18/12/2007 - 22h14

Clodovil apresenta defesa ao TSE sobre processo de fidelidade partidária

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da Folha Online

O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP) apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) defesa para o pedido de devolução de mandato parlamentar feito pelo PTC. Eleito pelo PTC, Clodovil se filiou ao PR.

O PTC pede a devolução do mandato de Clodovil com base no entendimento do TSE e do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre fidelidade partidária. Pela regra, o mandato pertence ao partido, e não ao eleito. Os partidos que quiserem podem requisitar os mandatos dos "infiéis".

Na defesa, Clodovil alega que os votos recebidos são seus, e não do PTC. Para a defesa de Clodovil, o caso é peculiar --pois ele já era conhecido antes de ser eleito.

A defesa do deputado informa que ele recebeu 493.951 votos nominais --o que representaria 1,8 vezes o quociente eleitoral do Estado de São Paulo. Também argumenta que os votos alcançados pelos 11 candidatos do PTC à Câmara Federal somam 519.484. Dessa forma, concluem, Clodovil obteve "sozinho" mais de 95% dos votos do PTC em São Paulo.

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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