Brasil
14/01/2008 - 14h06

MST realiza 9ª ocupação em fazenda no Rio Grande do Sul

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da Folha Online

Cerca de 1.500 integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) ocuparam na manhã desta segunda-feira a sede da fazenda Guerra, em Coqueiros do Sul (RS). Esta é a 9ª ocupação no local.

Além de exigir a desapropriação da área, os trabalhadores rurais pedem o cumprimento do acordo assumido pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), no final do ano passado, para o assentamento de 1.000 famílias até o mês de abril.

Segundo o MST, a fazenda gera apenas dois empregos fixos e 20 temporários.

O movimento faz campanha pela desapropriação do latifúndio Guerra, uma área de 7 mil hectares, desde maio de 2006. Os sem-terra querem que o local seja transformado em um assentamento para 450 famílias, gerando 950 empregos diretos.

Carta

De acordo com o MST, uma delegação de representantes de 23 prefeitos da região norte do Estado entregou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo a desapropriação da fazenda Guerra.

Comentários dos leitores
Marcelo Takara (28) 04/07/2009 02h30
Marcelo Takara (28) 04/07/2009 02h30
Há de se verificar antes se todo postulante a um pedaço de terra é realmente alguém com vocação para agricultura. A agricultura familiar atual evoluiu muito, quando comparada àquela que se fazia cinquenta anos atrás. Hoje até mesmo o pequeno agricultor precisa dominar técnicas de correção de solo, irrigação, rotação de culturas e outras formas de manejos sustentáveis. Muitas pequenas propriedades produtivas somente resistem hoje graças ao fato da atual geração possuir formação técnico-agrícola. Sou descendente de japoneses; meu pai imigrou para este país quase sem nada, nunca foi proprietário de terras de plantio; trabalhou vários anos como peão numa fazenda e depois de muita experiência (e muita poupança), arrendou terras para plantar. Após bem sucedidos anos de boa colheita, juntou o suficiente para vir a São Paulo nos anos 60 e montar uma mercearia. Só então se tornou proprietário de algo. Dos conhecidos de meu pai que ficaram na agricultura, somente os que se modernizaram é que permaneceram; e ainda assim, ainda sofrem as intempéries de um mercado que já não remunera como antes a produção de hortifrutis. Enquanto foi pequeno agricultor, meu pai não contou com apoio governamental para plantar e não creio que hoje seja muito diferente. Quando vejo toda essa massa de gente lutando por um pedacinho de terra para plantar, só posso desejar "Boa Sorte", pois irão precisar e muito. Depois, não se esqueçam da educação dos filhos. A terra, um dia o banco toma; a educação fica. sem opinião
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Alcides Emanuelli (1341) 04/07/2009 00h41
Alcides Emanuelli (1341) 04/07/2009 00h41
Ontem a turma dos Sem Terra, invadiam e destruiam plantações de transgenicos em todos os lugares do Brasil.
Destruiam estações de pesquisas laboratorios de pesquisas de instituições que faziam pesquisas sobre produções transgenicas no Brasil, e eles enchiam a cara de cachaça como foi em Porto Alegre e quebravam tudo, destruiam tudo.
Diziam eles que o produtos transgenicos causavam cancer nas pessoas e muitas outras molestias e onde tinha uma plantação de soja lá eles estavam para destruir.
E foi assim até no navio de outra bandeira invadiram e queriam colocar fogo na produção transgenica.
Agora o tempo passou e eles já plantam em seus assentamentos sementes transgenicas.
Como entender o homem e suas causas de imediatimos inconsequentes e irresponsaveis.
Mas o pior de tudo que esses Sem Terra nunca são punidos.
Eu tenho pena deles porque vivem em uma situação degradante e de completa miséria passando necessidade.
Enquanto seus lideres, tem carros proprios casas da classe média ou alta, e são pessoas bem de vidas que não vivem embaixo de lonas.
Com tanta terra que a União esta dando para os Índios, para agropecuarias, e grandes fazendeiros na região Norte, será que não dá para pensar com inteligencia e fazer uma reforma agraria decente.
Inserir o homem em locais apropriados para o desenvolvimento de lidas agrarias e pecuarias, dar oportunidades para uma vida digna com agrovilas e cidades, com espaços para lazer e Educação e Saúde.
Estruturar o homem no sistema do cooperativismo, e fazer ele produzir para consumo é para agronegocios, todos devem ter direito a uma vida com dignidade, é claro se quiserem conquistar essa dignidade através do trabalho.
sem opinião
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Alcides Emanuelli (1341) 03/07/2009 20h30
Alcides Emanuelli (1341) 03/07/2009 20h30
Na Rota da Corrupção:
O Interessante e ver Ministros do Governo Lula justificar atos ilicitidos de ONGs do MST, interessante como eles tentam justificar, justificando o injustificavel.
Poderiamos ter projetos de Reforma Agraria feitos com seriedade e competencia, onde as terras fossem compradas através de creditos com carencia para iniciar o pagamento e orientação de tecnicos do Ministerio da Agricultura para orientar e desenvolver os Projetos e não da forma como eles fazem hoje.
Isso tudo é um absurdo, enquanto parte da População da Nação trabalha outra parte usufrui do resultado de quem trabalha e nessa outra parte entra os Politicos, os funcionarios publicos e as ONGs, movimentos de sem terra e outros moviventos que visam algo para seu interesse particular sem precisarem trabalhar.
Na Rota da corrupção: diz o que o Brasil é e o que pensa nossos politicos!
Os politicos do atual sistema do atual Poder só pensam em levar vantagens em tudo e proteger seus interesses, esses grupos de miséraveis desenvolvidos por eles como os sem terra e os sem teto, os que ganham bolsa familia e outros fazem parte da industria do voto desenvolvida por nossos politicos, criadas pelo PT para se perpetuarem no Poder.
Essa é a triste cina de uma Nação que nunca vai alcançar sua contemporaniedade, nunca vai conseguir desenvolver e nunca vai ver seu povo sorrir.
E quem vai sorrir! os politicos esses vão sempre estar sorrindo porque seus projetos de Poder e dinheiro cada vez vai estar ao seu dispor.
sem opinião
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