Brasil
03/03/2008 - 20h26

Justiça do Rio cassa primeiro mandato de vereador no Estado por infidelidade

Publicidade

da Folha Online

O TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro decidiu por unanimidade nesta segunda-feira cassar o mandato do vereador Joarez Floriano de Souza (PMDB), da Câmara Municipal de Santo Antônio de Pádua (RJ), por infidelidade partidária. Esse foi o primeiro processo por infidelidade partidária julgado no Estado do Rio.

Segundo o tribunal, o parlamentar se desfiliou do PSDB, partido pelo qual foi eleito em 2004, sem justificativa e dentro do período vedado pela resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre fidelidade partidária.

Pelas novas regras do TSE, estão sujeitos à perda de mandato os políticos que trocaram de legenda após 27 de março nos cargos proporcionais --deputados estaduais, deputados federais e vereadores-- ou 16 de outubro nos cargos majoritários --prefeitos, governadores, senadores e presidente da República.

A reportagem não localizou o vereador Joarez Floriano de Souza na Câmara Municipal de Santo Antônio de Pádua na noite desta segunda-feira.

Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
avalie fechar
Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
avalie fechar
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (436)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca