Governo quer conter ações de movimentos sociais
da Folha Online
O governo federal deu início a um trabalho de logística e inteligência para impedir ações de movimentos sociais em áreas tidas como "prioritárias de infra-estrutura", ou seja, aquelas que, se afetadas de alguma forma, podem trazer prejuízos econômicos ao país, informa neste domingo reportagem de Eduardo Scolese, publicada pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Segundo a reportagem, são exemplos já ocorridos barricadas em estradas, bloqueios em ferrovias e invasões a usinas hidrelétricas. O governo quer evitar ou ao menos encontrar meios para amenizar seus efeitos.
A Folha informa que o primeiro passo, em curso e sob a coordenação do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência, é identificar os pontos prioritários de infra-estrutura do país, no caso, instalações, serviços ou bens que, se de alguma forma forem destruídos ou interrompidos, irão provocar impacto social, econômico, político, internacional ou à segurança nacional.
Depois, o governo irá traçar um plano específico de ação para cada um deles, a depender sempre do grau de vulnerabilidade e de risco encontrado no local.
Leia mais
- Manifestante sem terra é baleado diante de canteiro de obras de hidrelétrica no MA
- Famílias do MST ocupam BR-153 em São Paulo
- Consórcio Estreito entra com ação de reintegração de posse contra MAB
- Atingidos por barragens e Via Campesina realizam protestos em sete Estados
- Livro explica reforma agrária e aborda conflitos rurais
Especial



avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar