Após 6 de outubro, Bovespa entra em clima de sucessão interna
SÉRGIO RIPARDOda Folha Online
Após as eleições presidenciais, a Bovespa entra em clima de sucessão.
No final do ano, acaba o mandato do atual presidente da Bolsa paulista, Raymundo Magliano Filho. Ele deve tentar a reeleição, apoiado pela conquista da isenção da CPMF (imposto do cheque) para as operações em Bolsas e pelos planos de popularização do mercado de capitais.
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O objetivo dessa ofensiva é dar mais visibilidade nacional à Bovespa. Atualmente, devido ao enxugamento nas corretoras e demissões de operadores da Bovespa, o pregão da BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros) tornou-se o favorito das equipes de TV por ter mais movimento de profissionais para as cenas de agitação.
Não há ainda notícia sobre chapa de oposição. Os donos das corretoras ainda não estão preocupados com o tema devido à crise financeira, que coloca como prioridade a própria sobrevivência das instituições.
Haverá também renovação de parte do conselho de administração da Bovespa. Entre os conselheiros que devem deixar o conselho, está Bruno Licht ,diretor do CSFB Garantia.
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