Mundo
15/08/2008 - 19h30

Roqueiro Jackson Browne processa McCain por música em anúncio

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da Efe, em Los Angeles

O roqueiro Jackson Browne está processando o candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, por usar sem permissão uma de suas canções em um anúncio da campanha eleitoral, informou a imprensa local.

O advogado de Browne, Lawrence Y. Iser, afirmou que a ação judicial não tem conotações políticas e se trata de uma reivindicação por "infringir os direitos autorais de propriedade intelectual, apesar de Jackson considerar um anátema -maldição- que McCain tenha utilizado sua canção", afirmou.

O anúncio em questão usava a canção "Running on Empty" (1977) e ironizava o candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, ao sugerir que os Estados Unidos podiam conservar gás se enchessem corretamente os pneus dos veículos.

Ao recorrer à Justiça, Browne, 59, quis deixar claro que não apóia o candidato republicano.

O músico atuou em 1979 em um concerto contra a proliferação das armas nucleares e criticou duramente as políticas de Ronald Reagan no álbum "Lives in the Balance" (1986).

Browne entrou com um processo na Justiça nesta quinta-feira em um tribunal de Los Angeles, na qual pediu uma compensação a McCain e ao Comitê Nacional Republicano por usar a canção indevidamente e os proibe permanentemente de voltarem a utilizar qualquer de suas composições.

O porta-voz de McCain, Brian Rogers, assegurou que eles não promoveram o uso da canção e o anúncio foi criado pelo Partido Republicano de Ohio, que também está sendo processado por Browne, informou o advogado.

Para Iser, "McCain e sua campanha conheciam este anúncio". Ele alegou que não é a primeira vez que os promotores da candidatura do senador republicano utilizam músicas sem ter autorização de direitos autorais.

"Usaram uma canção de John Mellencamp, uma de Frankie Valli e uma do ABBA. É ridículo e dão um péssimo exemplo", declarou Iser.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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