América Latina pede que ONU avalie violação de direitos humanos em Honduras
da France Presse, em Genebra
da Folha Online
Os países da América Latina e do Caribe pediram que Navanethem Pillay, a alta comissária da ONU (Organização das Nações Unidas) para direitos humanos, avalie as denúncias sobre violações dos direitos humanos em Honduras. Desde a volta do presidente depostos Manuel Zelaya ao país, na segunda-feira (21), diversas entidades de defesa dos direitos humanos pediram maior atenção à ação do governo interino na repressão aos manifestantes --que deixaram dois mortos e dezenas feridos.
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Um projeto de resolução submetido nesta sexta-feira ao Conselho de Direitos humanos da ONU em genebra pede que Pillay apresente "um informe compreensivo" sobre o tema. O texto, que deve ser avaliado na próxima semana pelo Conselho, condena as violações dos direitos humanos depois do golpe de Estado em 28 de junho que destitui Zelaya, que está foragido desde segunda-feira (21) na Embaixada do Brasil em Honduras.
O documento faz ainda um chamado a todos os atores e instituições para que freiem a violência e respeitem os direitos humanos e as liberdades fundamentais, assim como pela restauração da democracia em Honduras.
Na manha de terça-feira (22), policiais e militares hondurenhos expulsaram com gás lacrimogêneo, canhões de água e alto-falantes os cerca de 5.000 manifestantes pró-Zelaya que passaram a madrugada em frente à embaixada, desafiando o toque de recolher. Nos dias seguintes, a polícia voltou a enfrentar os manifestantes em distúrbios registrados em várias partes da capital. O governo admitiu a morte de duas pessoas durante estes confrontos.
Divergências
As negociações sobre o texto colocaram em destaque a resistência de alguns países muçulmanos e africanos --como Egipto, Guiné Bissau, Mauritânia e Paquistão-- e o pedido de emendas por parte dos Estados Unidos.
Segundo fontes diplomáticas, contudo, o texto deve ser aprovado por consenso.
Segundo o embaixador do México em Genebra, Juan José Gómez Camacho, o projeto conta com o aval do Zelaya.
O projeto reflete o consenso entre os países da região sobre a situação causada pela crise em Honduras.
Integrado por 47 Estados eleitos por voto secreto na Assembleia Geral da ONU, o Conselho tem em suas cadeiras, neste ano, Brasil, Argentina, Bolívia, Cuba, Chile, México, Nicarágua e Uruguai.
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Como contribuinte, me recuso a permitir a permanência dele em solo brasileiro.
Afinal de contas, já houve eleição e ele já é passado...
GOLPISTAZINHO PORCARIA... APRENDIZ DE DITADOR FRUSTRADO...
O COMPANHÊRO CHAVEZ QUE O ENGULA...
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DEUS NOS LIVRE E GUARDE!
NAO BASTASSEM AS QUESTOES QUE ENALTECEM AS "MARAVILHAS" DESSSSSTE "GOVERNO" (SERIA PROPAGANDA, AGORA NA VERSAO - CANAL- PROVAS FEDERAIS - ?), NAO FORAM FELIZES TAMBEM EM FORMULA-LA...
NAO ACERTAM UMA.
QUE LÁTIMA!
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despejar este, invasor de embaixadas, ate quando
o povo Brasileiro vai ter que arcar, com os onus
de politicos bandidos, se nao bastassem os po-
liticos do Brasil que usa e abusa do dinheiro do
contribuinte, ainda temos que pagar despesas de
golpista e seus capangas, a administracao do
PT, sou trouxe beneficios a bandidos e onus aos
contribuintes, e prejuizos, como Petrobras na Bo-
livia, Financiamentos do BNDES ao Equador e ou-
tros, e ainda quer o Bandido do Chaves como
parceiro comercial, so na cabeca do PT isto e o
correto.
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