29/03/2004
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02h33
da Folha de S.Paulo, no Egito
A história do Egito é tão antiga que desafia a imaginação. A civilização surgiu há 5.200 anos, mas continua presente nos incríveis monumentos nas margens do Nilo e no deserto. O interesse histórico e cultural do país vai muito além das pirâmides de Gizé. O Egito é um dos berços do cristianismo e um dos pilares do islamismo. No mundo árabe, é o país mais populoso e influente. E tem natureza à vontade: muito deserto, oásis, o rio Nilo, os mares Vermelho e Mediterrâneo.
Apesar de o Oriente Médio ser uma região instável, no momento, viajar pelo Egito é seguro. Desde 1997, quando um atentado em Luxor matou cerca de 60 estrangeiros, o governo adotou medidas de proteção ao turismo, principal fonte de recursos externos. Criou uma polícia que fala inglês e é respeitosa e está sempre de olho nos viajantes. Em trechos menos freqüentados, os carros de turistas são monitorados por barreiras policiais.
O viajante não se sente ameaçado por atos violentos. Mas é melhor organizar tudo com antecedência em uma agência de viagens ou fazer excursão. Os preços são razoáveis, apesar de a passagem até lá custar caro. Como problemas, há a falta de democracia (o país é controlado por militares ou por políticos ligados a eles desde 1952) e a anemia econômica.
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OTÁVIO DIASda Folha de S.Paulo, no Egito
A história do Egito é tão antiga que desafia a imaginação. A civilização surgiu há 5.200 anos, mas continua presente nos incríveis monumentos nas margens do Nilo e no deserto. O interesse histórico e cultural do país vai muito além das pirâmides de Gizé. O Egito é um dos berços do cristianismo e um dos pilares do islamismo. No mundo árabe, é o país mais populoso e influente. E tem natureza à vontade: muito deserto, oásis, o rio Nilo, os mares Vermelho e Mediterrâneo.
| Otávio Dias/Folha Imagem |
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| As pirâmides de Gizé, localizadas no Cairo, capital do Egito |
Apesar de o Oriente Médio ser uma região instável, no momento, viajar pelo Egito é seguro. Desde 1997, quando um atentado em Luxor matou cerca de 60 estrangeiros, o governo adotou medidas de proteção ao turismo, principal fonte de recursos externos. Criou uma polícia que fala inglês e é respeitosa e está sempre de olho nos viajantes. Em trechos menos freqüentados, os carros de turistas são monitorados por barreiras policiais.
O viajante não se sente ameaçado por atos violentos. Mas é melhor organizar tudo com antecedência em uma agência de viagens ou fazer excursão. Os preços são razoáveis, apesar de a passagem até lá custar caro. Como problemas, há a falta de democracia (o país é controlado por militares ou por políticos ligados a eles desde 1952) e a anemia econômica.
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