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Brasil registra 3.733 mortes por Covid em 24 h, 3º pior dia da pandemia, e passa de 340 mil óbitos

Média móvel de óbitos completa 22 dias acima de 2.000 mortes e 77 acima de 1.000

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São Paulo

Em mais um dia com elevadíssimos números de mortes, o Brasil registrou 3.733 óbitos pela Covid, o terceiro maior valor da pandemia. Com isso, o país ultrapassou a marca de 340 mil vidas perdidas.

O recorde de mortes em 24 h ocorreu na terça (6), com 4.211 óbitos. O valor, contudo, sofreu influência de dados atrasados por causa do feriado e final de semana anteriores.

O país também registrou 90.973 casos de Covid. Com isso, o total de óbitos chegou a 341.097 e o de casos a 13.197.031.

A média móvel do país permanece em níveis elevados, com 2.744 mortes por dia. Assim, a média completa 22 dias acima de 2.000 mortes e 77 acima de 1.000.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

Familiares olham caixão sendo colocado, por sepultadores, em uma cova
Brasil continua no pior momento da pandemia - Bruno Santos/Folhapress

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 22 estados e o Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 27.511.537 doses de vacina (21.445.683 da primeira dose e 6.065.854 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 13,33% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 3,77%, a segunda.

Nas últimas 24 horas, 617.285 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 184.462, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​

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