Filósofo Luc Ferry apresenta três maneiras de ver a perda de um ser amado

Francês é um dos participantes do Fronteiras do Pensamento deste ano

São Paulo

​O filósofo Luc Ferry explica que existem três formas de relação que devemos estabelecer com aqueles que amamos e que podem morrer repentinamente.

Como cristão, é possível pensar em reencontrar a pessoa amada após a morte. Já a tradição budista prega o não apego aos seres humanos, porque estão todos fadados à separação. Para aqueles que não se enquadram nessas tradições, é necessário ter o que o francês chama de “sabedoria do amor”.

Confira no vídeo abaixo o que fazer, segundo ele, com quem amamos, sendo que somos seres finitos.

Luc Ferry, que esteve no Fronteiras do Pensamento em 2007 e 2011, volta ao palco de São Paulo e Porto Alegre para debater sobre os sentidos da vida, tema da temporada​ 2019.

 

Completam o quadro de conferencistas Graça Machel, Paul Auster, Roger Scruton, Denis Mukwege, Janna Levin, Werner Herzog e Contardo Calligaris. Os ingressos já estão à venda

Homem de terno preto, camisa branca, sentado de pernas cruzadas
O filósofo francês Luc Ferry, durante evento em São Paulo - Leticia Moreira/Folhapress

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