Leitores relembram carreira de Sean Connery

Pichações em universidade de Lisboa e vacina do Butantan também são comentadas

"Bolsonaro diz para Doria arrumar outro para pagar vacina e fala em reeditar decreto do SUS" (Saúde, 30/10). O centenário Instituto Butantan, centro de pesquisas reconhecido internacionalmente, se debruça neste momento de pandemia sobre um estudo que pode resultar em um imunizante aguardado pelo mundo todo. Quando um presidente da República se refere a isso pejorativamente como "vacina do Doria", demonstra um grau de estupidez que por si só o desqualifica para o cargo.

Luís Roberto Nunes Ferreira (Santos, SP)

*

Independentemente da obrigatoriedade da vacinação, já consagrada em diversas leis, podemos fazer este raciocínio analógico: se somos todos obrigados a votar, pois isso nos garante a democracia, por razões bem mais fortes somos obrigados a nos vacinar como precaução contra doenças epidêmicas, entre elas o sarampo e a poliomielite, pois a vacina nos garante a saúde e a vida. Haveria democracia sem vida?

Antonio Adálio Belmonte Ferreira de Carvalho (Belém, PA)

*

Meu Deus! O cara consegue se superar a cada dia. O país nunca teve um presidente tão sem noção como esse.

Antonio Pinheiro de Carvalho Filho (Rio de Janeiro, RJ)

*

Dói quando lembro que se preteriu Fernando Haddad, pessoa extremamente qualificada, professor universitário, advogado, mestre, doutor e poliglota, para eleger-se um troglodita, aculturado e misógino.

Mário Donizete Pelissaro (Atibaia, SP)

2022

"Aliados de Lula e Ciro ainda duvidam de aliança para 2022" (Bruno Boghossian, 30/10). Ciro é tão confiável quanto uma nota de R$ 3. Pode ser considerado um Bolsonaro com carcaça de falsa esquerda. Tem apenas o seu projetinho pessoal e mais nada. Para isso não se furta a cometer qualquer traição, a qualquer tempo, contra qualquer um. Não à toa já passou por vários partidos, de diversos espectros.

Flávio Rodrigues Fonseca (Mendes, RJ)

*

Seria muito bom se essa dobradinha vingasse; os dois perderiam de braços dados e sumiriam do mapa

Mário Granato Júnior (São Paulo, SP)

Portugal

"Universidades e escolas de Lisboa amanhecem com pichações racistas contra brasileiros" (Mundo, 31/10). Muito comum no Brasil. Quem é do Norte ou do Nordeste sabe bem como é.

Fagner Torres de França (Natal, RN)

*

Portugal um país branco? Rarará. Só se for branco de palidez! Lá é como aqui: "um bando de mestiço pirado metido a puro sangue", como dizia Tim Maia.

Euclides Sandoval (Atibaia, SP)

*

As universidades portuguesas fecham sem os estudantes estrangeiros --e a maioria é brasileira. Aquilo se transformou, como no molde estadunidense, em instituições também lucrativas. Acontece que com o aumento dessa população de brasileiros a intolerância vai também surgir. Já o racismo contra os africanos é de uma mesquinhez e de uma vileza sem par, principalmente em se tratando de Portugal.

Anna Amélia (Uberlândia, MG)

*

Bem feito! Se tivessem ficado aqui, ralando para melhorar o nosso país, não precisariam passar por essa humilhação! Voltem e venham ajudar a fazer do Brasil um país menos injusto.

Glaydson de Cerqueira Salgado (São Luís, MA)

Sean Connery

"Morre Sean Connery, o primeiro e mais memorável intérprete de James Bond" (Ilustrada, 31/10). Um ótimo ator, que fez papéis marcantes, como em "A Rocha", "Os Intocáveis", "Indiana Jones e a Última Cruzada", "O Nome da Rosa" e tantos outros. Não se limitou ao papel do personagem James Bond, que o tornou famoso. Connery foi muito mais do que isso. É uma lenda do cinema mundial.

Reinner Carlos de Oliveira (Araçatuba, SP)

*

O melhor... Muito obrigado pelos momentos inesquecíveis.

Luiz Carlos Almeida (São Paulo, SP)

*

...os diamantes são eternos...

Severo Duarte (São Paulo, SP)

*

Lembro-me dele interpretando um Robin Hood envelhecido e melancólico ao lado de Audrey Hepburn em "Robin e Marian". Uma atuação comovente e soberba! Connery marcou gerações e fará muita falta.

Hernandez Piras Batista (São Paulo, SP)

Drogas

"Em retaliação a Aécio, Zambelli propõe exame toxicológico obrigatório no Congresso" (Mônica Bergamo, 30/10). Essa senhora Zambelli não vale nada. Mas ver desmoralizado o playboy das Gerais, o primeiro a colocar fogo na democracia logo após a sua derrota nas eleições de 2014, não tem preço que pague.

Marcia Carvalho (São Paulo, SP)

*

Este é o Brasil. Em vez de trabalharem por um país mais justo, os políticos são como milícias atuando no Congresso.

Maurício Herrera (Campinas, SP)

*

A deputada federal Carla Zambelli é de muito baixo nível, isso nem se discute. Mas a proposta dela, em retaliação a Aécio ou não, é excelente. Mesmo o consumo de drogas sendo um problema de saúde, quem consome as ilícitas deveria, no mínimo, ser afastado de suas funções públicas por um tempo determinado.

Vitor Soares (São Bernardo do Campo, SP)

Justiça nepótica

"Nepotismo prevalece na Câmara e filho de ministro do STJ é eleito para o CNJ (Frederico Vasconcellos, 29/10). Essa indicação, e de uma pessoa com pouco tempo de formada, demonstra que estamos atingindo níveis inaceitáveis de politização da Justiça. Terá o futuro jovem conselheiro independência para apurar eventuais responsabilidades dos integrantes das cortes superiores? A inexperiência não será fator negativo para a necessidade de rever as funções do Conselho Nacional de Justiça?

Yvette Kfouri Abrão (São Paulo, SP)

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.