Podcast explica o tempo, as formas e as caras por trás da violência contra a mulher no Brasil; ouça

Série 'Gênero: feminino' traz histórias de mulheres de todo o país vítimas de abusos diversos

  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

São Paulo

A partir de relatos de perseguição virtual, violência política, tráfico de pessoas ou de estupro é possível traçar pontos comuns nos casos de violência contra a mulher no Brasil. Essas histórias estão sendo contadas na série multimídia ‘Gênero: feminino’, que terá capítulos publicados na Folha até dezembro.

As reportagens trazem relatos como o de Madá (33), que foi levada para a Guiana e forçada a se prostituir e o de Cleuza Correia (56), vítima de estupro por familiares na infância.

O Café da Manhã desta segunda-feira (22) conta estas e outras histórias. No episódio, a jornalista Beatriz Peres, idealizadora da série e editora da TV Folha, e a repórter fotográfica Mathilde Missioneiro falam sobre as diferentes violências sofridas por mulheres de todo o país e explicam o efeito da pandemia sobre elas.

Ouça o episódio:

O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando abaixo. Para acessar no aplicativo basta se cadastrar gratuitamente.

O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelas jornalistas Angela Boldrini e Magê Flores, com roteiro de Jéssica Maes e produção de Laila Mouallem e Victor Lacombe. A edição de som é de Natália Silva e Thomé Granemann.

Imagem de capa do podcast Café da Manhã, com o nome do programa escrito sobre vários recortes de jornais. Logos de de Spotify e Folha de S.Paulo podem ser vistas nos cantos
O podcast Café da Manhã, parceria da Folha e do Spotify, traz as notícias mais importantes do dia - Reprodução
  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.