São Paulo

Símbolo do Brasil, virou patrimônio da humanidade em 2012 graças ao seu relevo único. Passou por mudanças estruturais recentes para sediar a Copa (2014) e as Olimpíadas (2016). Sofre crise de segurança e de imagem, entre outras.

O que fazer: Há tanto para se fazer que as praias podem até ficar em segundo plano. Passear a pé pelos bairros de Santa Tereza, Leblon, Copacabana e Ipanema, e ver os moradores correndo como esporte, e não por pressa, já é uma atração.

Para conhecer a orla da zona sul, uma boa pedida é alugar uma bicicleta e percorrer os trechos de ciclovia no calçadão. A Lagoa Rodrigo de Freitas também é um bom lugar para andar de bike.

O Parque das Ruínas, em Santa Teresa, tem uma vista bonita da cidade. Outra forma mais relaxada de admirar a paisagem é tomando uma cerveja na Mureta da Urca, no nível da baía de Guanabara. Indo mais longe, a Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, é um mirante que impressiona.

No circuito cultural, há prédios históricos, como o Teatro Municipal, o Real Gabinete Português de Leitura e o Forte de Copacabana (com uma filial da confeitaria Colombo).

O Jardim Botânico e o Parque Lage são bons passeios para curtir a natureza. E ainda tem os pontos turísticos maiores da cidade: Pão de Açúcar e Cristo Redentor.

O que comer: Se estiver na praia, biscoito Globo e chá mate (gelado) com limão. Fora dela, o bolinho de feijoada do bar Aconchego Carioca, que foi inventado ali, é sequinho e imperdível. Para uma refeição modesta e tradicional, vá de galeto assado.

A cidade não deixa a desejar na área da alta gastronomia. A chef Roberta Sudbrack fechou o restaurante que levava seu nome, mas abriu neste ano o Sud, o Pássaro Verde Café, no Jardim Botânico (que fecha às 21h). Outros cozinheiros de renome que têm casas por lá são Claude Troisgros e Felipe Bronze.    

Sinta-se lá: Cenário de obras clássicas da literatura nacional, como "Dom Casmurro", de Machado de Assis, e "O Cortiço', de Aluísio Azevedo, o Rio também foi retratada pelo escritor que leva a cidade no nome, João do Rio, em “A Alma Encantadora das Ruas” (1908), com crônicas sobre a cidade no começo do século 20.

Na música, basta ouvir uma canção da bossa nova para já se imaginar caminhando pela orla da zona sul. De Gilberto Gil, “Aquele Abraço” lembra que, apesar de tudo, a cidade continua linda.

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