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Cai ritmo de expansão de planos odontológicos

O ritmo de crescimento de beneficiários de planos odontológicos diminuiu nos últimos três anos.

Nos nove primeiros meses de 2013, a expansão do número de clientes das empresas associadas à FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) foi de 6%.

No mesmo período de 2012, a alta havia chegado a 15,5%. Em 2011 e 2010, o incremento fora de 28% e 46%, respectivamente.

O total de beneficiários das empresas federadas em setembro do ano passado era de 11,2 milhões –cerca de 60% das companhias do setor fazem parte da entidade.

A estimativa, no entanto, é que 19,5 milhões de brasileiros tenham uma cobertura odontológica hoje.

"Quase 10% da população tem um plano. Não dá para esperar o mesmo ritmo de crescimento de anos anteriores, quando se tinha uma base muito menor", afirma o diretor-executivo da entidade, José Cechin.

"Outra razão [para a desaceleração] é a situação econômica do país, que também não está mais como no passado", acrescenta.

Para Cechin, apesar da queda no ritmo de expansão, a magnitude da elevação no número de beneficiários ainda é positiva: "É maior que o crescimento da população e que o do PIB."

O mercado, no entanto, ainda pode se expandir "muito mais". Os planos médicos, por exemplo, atingem hoje cerca de 25% da população, segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde).

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Grandes estagnadas

A elevação no número de beneficiários da OdontoPrev, a maior empresa de planos odontológicos do país, passou de 8% em 2012 para 3% no ano passado.

"É preciso olhar os dados de forma segmentada para entender o que acontece", afirma o presidente, Mauro Figueiredo.

Entre os planos individuais, a alta foi de 51%. Nas pequenas e médias empresas, de 25%. As grandes ficaram estagnadas.

"Antes, quando o mercado estava em formação, o crescimento era concentrado nas grandes empresas. Agora, a base nessa área é enorme e as companhias estão sofrendo o impacto da economia, quase não estão mais contratando."

Esse segmento corresponde a 81% da clientela da OdontoPrev. Trabalhadores de pequenas e médias empresas representam 11%. Os planos individuais são 8%.

"Nada indica que esses novos setores vão desacelerar, pelo contrário", acrescenta Figueiredo.

Para aumentar a penetração entre pessoas físicas, a companhia começou neste ano a trabalhar com venda direta.

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Consultório novo A PrimaVida, de planos odontológicos empresariais, inaugura neste mês a sua primeira filial em São Paulo. Com a nova operação, a empresa planeja alcançar a marca de 150 mil clientes.

Expansão A Braskem fez 112 pedidos de patentes em 2013, um aumento de quase 80% na comparação com o ano anterior. Os projetos são principalmente de biotecnologia, química verde e química a partir da nafta.

Negócios... O Brasil fechou U$S 164 milhões em negócios na Gulfood, feira de alimentos realizada neste mês em Dubai. Para os próximos 12 meses, a expectativa é movimentar US$ 653 milhões, 55% a mais que em 2013.

...em Dubai Cerca de 80 empresas brasileiras estiveram presentes, entre elas JBS, Marfrig, Embaré e Oderich. A missão foi coordenada pela Apex-Brasil, em parceria com oito entidades empresariais e a Câmara de Comércio Árabe.

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O que estou lendo: Franklin Feder, presidente da Alcoa

Três livros estão à cabeceira de Franklin Feder, presidente da fabricante de alumínio Alcoa na América Latina e Caribe.

O primeiro é "Behind the Beautiful Forevers: Life, Death & Hope in a Mumbai Undercity," da americana Katherine Boo, que venceu o Prêmio Pulitzer.

"A autora passou três anos numa comunidade em Mumbai –mas que poderia ser na Rocinha– observando os desafios da passagem da miséria para a classe C", diz Feder.
"Wave", de Sonali Deraniyagal, relata a tragédia pessoal e social do tsunami de dezembro de 2004 em Sri Lanka.

A terceira leitura é "Dirceu –A Biografia", de Otavio Cabral.

"A obra não traz enormes novidades", ressalva o executivo.

"Quem a lê, porém, não pode deixar de refletir sobre a enorme capacidade de reinvenção do ser humano", afirma o presidente da multinacional.

com LUCIANA DYNIEWICZ, LEANDRO MARTINS e ISADORA SPADONI

mercado aberto

Maria Cristina Frias, jornalista, edita a coluna Mercado Aberto, sobre macroeconomia, negócios e vida empresarial.

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