Saltar para o conteúdo principal

Publicidade

Publicidade

 
 
  Siga a Folha de S.Paulo no Twitter
24/08/2011 - 21h05

Bicheiro é suspeito de envolvimento na morte de juíza do Rio

Publicidade

PAULA BIANCHI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO

Policiais civis do Rio localizaram nesta quarta-feira, em São Gonçalo (região metropolitana), um escritório de apuração do jogo do bicho de um homem apontado como suspeito de participar do assassinato da juíza Patrícia Acioli, no dia 11.

Comandante diz considerar participação de PMs na morte de juíza
Juíza assassinada no Rio era considerada rígida e impulsiva
TJ negou pedido de proteção policial a juíza morta no Rio
Família de juíza não descarta pedir indenização, diz advogado
Polícias divergem sobre prisão de suspeito de matar juíza

Segundo a assessoria da Polícia Civil, o local era controlado por um bicheiro identificado apenas como Anderson.

O escritório foi descoberto por policiais da 75ª DP (Rio d'Ouro) e uma perícia vai analisar documentos encontrado no local.

A polícia não forneceu detalhes sobre o motivo pelo qual Anderson é considerado suspeito pela morte da juíza, nem confirmou se ele é o mesmo bicheiro que fez ameaças à juíza em 2009.

Documentos encontrados pela família de Patrícia e encaminhados ao Tribunal de Justiça do Rio mostram que, em julho de 2009, uma interceptação telefônica da Polícia Federal captou uma ameaça feita por um bicheiro identificado como Luís Anderson Coutinho.

Na gravação, ele diz que "uma bomba iria explodir em quinze dias em São Gonçalo, e que a pessoa que bate o martelo iria chorar lágrimas de sangue".

A juíza encaminhou o relatório da PF ao então presidente do tribunal, Luiz Zveiter. Reportagem da Folha mostrou que Zveiter havia negado escolta para a juíza em fevereiro do mesmo ano.

Editoria de arte/Folhapress
 

Publicidade

Publicidade

Publicidade


 

Voltar ao topo da página