30/03/2007
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20h21
da Folha de S.Paulo, em Brasília
A Infraero confirmou que não haverá mais nenhuma decolagem em aeroportos do território nacional nesta sexta-feira, em virtude do motim dos controladores aéreos.
O Cindacta de Brasília controla o espaço áereo na maior parte da região Sudeste e Centro-Oeste do país, incluindo São Paulo, Rio e Brasília.
Os controladores do Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), com sede em Brasília, iniciaram nesta sexta-feira a paralisação que havia sido prometida em manifesto do sindicato da categoria divulgado hoje.
O manifesto continha apenas ameaças, mas os controladores decidiram iniciar a paralisação depois de uma reunião com o comandante do Cindacta-1. Ele disse aos controladores que se fosse caracterizado um motim, as punições previstas seriam aplicadas.
Os controladores afirmam que a paralisação continuará mesmo se houver prisões. Representantes do Ministério Público Militar estão no local. O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, também foi ao Cindacta-1 e deve dar voz de prisão a todos os controladores --cerca de 200-- que estão de braços cruzados.
A categoria diz que não quer negociar com autoridades da Aeronáutica ou do Ministério da Defesa e só aceita conversar com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Vários controladores já foram convocados e começaram a chegar ao centro de controle aéreo. A maioria dos controladores acredita que os recém-convocados também devem aderir ao movimento e optar pelo auto-aquartelamento e pela greve de fome.
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IURI DANTASda Folha de S.Paulo, em Brasília
A Infraero confirmou que não haverá mais nenhuma decolagem em aeroportos do território nacional nesta sexta-feira, em virtude do motim dos controladores aéreos.
O Cindacta de Brasília controla o espaço áereo na maior parte da região Sudeste e Centro-Oeste do país, incluindo São Paulo, Rio e Brasília.
| Leopoldo Silva/Folha Imagem |
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Os controladores do Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), com sede em Brasília, iniciaram nesta sexta-feira a paralisação que havia sido prometida em manifesto do sindicato da categoria divulgado hoje.
O manifesto continha apenas ameaças, mas os controladores decidiram iniciar a paralisação depois de uma reunião com o comandante do Cindacta-1. Ele disse aos controladores que se fosse caracterizado um motim, as punições previstas seriam aplicadas.
Os controladores afirmam que a paralisação continuará mesmo se houver prisões. Representantes do Ministério Público Militar estão no local. O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, também foi ao Cindacta-1 e deve dar voz de prisão a todos os controladores --cerca de 200-- que estão de braços cruzados.
A categoria diz que não quer negociar com autoridades da Aeronáutica ou do Ministério da Defesa e só aceita conversar com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Vários controladores já foram convocados e começaram a chegar ao centro de controle aéreo. A maioria dos controladores acredita que os recém-convocados também devem aderir ao movimento e optar pelo auto-aquartelamento e pela greve de fome.
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