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Bolsa de ValoresAssim como os mercados mundiais, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com volatilidade nas últimas semanas, influenciada pela crise de créditos imobiliários de alto risco nos Estados Unidos. |
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Sds. barata's
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A realidade é mais divertida. Vide a reunião do G20. Os chamados "estadistas" estavam tão orientados quanto uma porção de formigas que se deparam com uma montanha de água. Efusivos apertos de mão, declarações de amor e cifras astronômicas, mas ninguém com a mínima idéia do que estava fazendo ali. Resolveram o problema financeiro mundial em dois dias, mas o interessante é que quando voltarem aos seus postos de trabalho continuarão a alimentar os mesmos problemas como o vem fazendo nesses últimos trinta anos, criar dinheiro sem lastro no trabalho. Não leram Karl Marx.
Sim, estes vivem a verdadeira utopia, uma tragicomédia. Poderíamos incluir uma cena, em que, de repente, acorda o Meirelles e pergunta - De onde vou tirar tanto dinheiro? - E a turma cai na gargalhada.
Uma equação simples ainda não foi sequer abordada. Como vão fomentar o consumo se os consumidores vêm perdendo seus empregos?
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Seria acreditar que alguns iluminados nos guiam e governam, embora, saibamos que pensam assim e até fazem enorme força para isto, até mesmo muitas guerras e carnificinas,aqui, e mundo afora. O poder faz coisas que até Deus duvida. Não desconheço que esta visão aproveita, tem algo a ver, também, com o materialismo histórico, a conceituação de Marx de infra-estrutura e supra-estrutura, ou seja, que os fatores mais materiais (econômicos) governam os menos materiais e mais espirituais (morais, jurídicos, políticos, religioso e ideológicos). Note que fica subliminar mais, indico algo concreto, revoluções diárias que se processam sob nosso olhos, a Crise de que falas e que preocupa a muitos é uma delas e somente aflorou com tal magnitude por atacar a moeda que representa a propriedade acumulada nas mãos de poucos: conglomerados financeiros e governos demagogos que em parceria dominam os Estado Constitucionais burocráticos modernos. Não, nada tem a ver com tuas visões lúdicas e preconceituosas de consumo, sobre bens de luxo ou bens de lixo, mas, com mentes de luxo e de lixo que o ser humano sem educação e com o poder massificam e potencializam e que a natureza (para mim: Deus) reclama e corrige. E aí acertas: com o sacrifício de muitos.Nenhum, todavia, por ser humano, de um modo ou outro, inocente.
Sds. barata's.
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Teu belo e consistente discurso, digno de filme, é pródigo em imaginação, em utopias, do "dever ser" que tanto faz bem a nós humanos cuja natureza foi preparada para ser enganada. Senão vejamos. Pressupõe que haja uma governabilidade, que as coisas aconteçam porque alguém ou alguns segmentos mercadológicos ou castas (burguesas? Coisa politicamente tola e antiga.) decidiram. Que o capitalismo é produto da aplicação perversa de uma teoria por alguns ou alguém e não a teoria econômica a simples descrição dele. Algo como o velho lengalenga do "ser" e do "dever ser". Não creio, infelizmente não creio que assim seja e estou com o execrado anarquista Proudhon:"Os economistas...são otimistas quanto aos fatos consumados; os socialistas o são quanto aos fatos a realizar." Só mais isto dele : "A ciência em geral é o conhecimento racional e sistemático daquilo que é. ". Portanto meu caro Spielberg: não daquilo que gostaríamos que fosse, pois, passaria a ser arte: um filme, por exemplo.O Mundo em que vivemos é e só. É o produto da evolução cotidiana de bilhões de decisões econômicas individuais que produzem fatos e são influenciados por eles. De outro modo seria terrível.(concluo a seguir pois não conheço a técnica WinZip do Spielberg)
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A crise é, portanto, de consumo de bens de luxo, principalmente. Toda uma série de produtos inúteis, supérfluos, que com eles os ricos não querem mais gastar, por se acharem menos ricos atualmente.
Compreensível.
No entanto, as indústrias de quinquilharias e bens de lixo não conseguem compreender este fato singelo, muito menos os governos que incharam suas estruturas com toda a sorte de empregos idiotas, e agora se vêem subtraídos em arrecadações, tornando toda a estrutura insustentável.
Daí ter surgido o mantra; comprem, comprem, comprem.
O primeiro a ter lançado tal mantra, que na língua de origem é shopping, shopping, shopping, foi George W. Bush logo após os ataques às torres gêmeas em onze de setembro.
Naquela época, com o medo suscitado pela onda de terror, o encolhimento da economia americana foi dramático, obrigando o último presidente daquele país a freqüentar as redes de comunicação com o famoso mantra ao invés de mensagens de luto e solidariedade aos parentes das vítimas, parecendo ainda mais insano do que deveria ser, a julgar por aquele sorrisinho idiota pouco tempo após a tragédia.
Nosso Lula, também ensaiou o mantra comprem, comprem, comprem, em tempos recentes, mas a única resposta que obteve foi um outro, greve, greve, greve.
Coisa também compreensível para a nossa realidade.
"A situação é extremamente preocupante e difícil. É o primeiro revés em mais de 50 anos para o crescimento mundial", declarou Strauss-Kahn em uma reunião em Genebra da OIT (Organização Internacional do Trabalho) na segunda-feira passada, em uma referência à previsão do FMI de uma contração da economia mundial em 2009 de entre 0,5% e 1%, divulgado no evento.
"É preciso agir agora estimulando a demanda, porque as políticas monetárias atingiram seus limites", concluiu. Ou seja, mais uma personalidade a entoar o mantra, comprem, comprem, comprem.
Enquanto isso, o grito do planeta, doente, é poupem, poupem, poupem, provando que a falta de visão não é a única deficiência dessa galera.
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Eduardo Giorgini, nao em faça rir!!! Por toda a hsitoria o mundo enfrentou crises e mais crises, e nem por isso as pessoas deixaram de ser ganaciosas, e não vai ser essa crise que vai mudar isso.. ;-)
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Fará todos refletirem sobre esse modo não sustentável de vida, ganância e falta de ética.
A mamata tem que acabar um dia.
Bancos, Governos e Altarquias estão rindo a toa! Quanto dinheiro facil, dinheiro do contribuinte!
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Se todo mundo hoje decidir consumir só leite de soja, aumenta-se o plantio, a oferta, diminui-se o preço, e com o leite animal acontece o contrário. Tudo está na balança, se um lado desce outro sobe. O que pode estragar a economia é queimar dinheiro, ou fabricá-lo. Você não pode, concientemente comprar um carro pelo dobro do que vale no mercado, porque quem recebe esse "bonus", vê que foi fácil e também nao vai valorizar e acabar queimando também. Infelizmente o dinheiro não participa integralmente nessa balança, ele deixou de ser físico, é abstrato. Se você ganha 1 milhão aqui não quer dizer que alguém perdeu esse 1 milhão em outro lugar.
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Imaginem, só por um momento, que pessoas, em número crescente, começassem a controlar o peso e baixar a taxa de colesterol, e por causa disso, abolissem as carnes de seus cardápios diários.
Imaginem o que aconteceria, se os ricos ao invés de trocar de carro todo ano, trocassem de três em três anos, a classe média de cinco em cinco, e assim por diante, preocupadas, talvez, pela escalada dos preços dos combustíveis, pela poluição ou mesmo pela falta de espaço para mais um carro na garagem.
Talvez os paulistanos, em dado momento, se sintam furiosos em ter cinco carros na garagem, um para cada dia da semana, por causa de um trânsito cada vez mais intenso, e sem mais espaço para pontes e viadutos. E ainda, pagar IPVA integral de um veículo que só pode trafegar em determinados horários e em determinados dias da semana.
O que aconteceria com a economia?
Com menores vendas as indústrias automotivas entrariam em crise, e por efeito dominó, essa crise seria transmitida para a indústria de autopeças, para o aço e para a energia. Com menor procura pela carne, que é uma commodity, seu preço despencaria junto com aço, que é outra commodity.
Neste processo, as pessoas se mudariam para locais mais perto do trabalho, ou do metrô, haveria uma desvalorização de imóveis nas regiões suburbanas. Haveria demissões pela indústria, queda de seus papeis nas bolsas de valores, e as famílias não mais podendo honrar seus compromissos, pela perda do emprego e vendaval em suas economias, levaria a crise ao sistema financeiro.
Não tem nada demais em imaginar que estas coisas poderiam acontecer, como aliás, de fato acontecem, só que se atribui a fatores outros e explicados por fórmulas matemáticas. Porém a crise é de consumo.
O mundo está consumindo menos, gastando menos energia, e isto é terrível. Terrível para quem?
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Em uma análise profunda e hedionda da economia, cheguei à seguinte conclusão:
Vivemos em uma "cadeia alimentar", pense bem, o inseto menor devora as folhas, o inseto menor é devorado pelo inseto maior, que é devorado pelo pássaro menor, que por sua vez é devorado pelo pássaro maior que se descuida e é devorado pelo réptil, que na sequencia é caçado e morto pelo homem(este se gostar de cardápios exóticos, não fará cerimônias). E o homem? Quem esta acima do homem nesta pirâmide ou ciclo alimentar?
Hum...!!! é isso que me pergunto quando vejo as várias figuras, e personalidades políticas ou não, que fazem algum tipo de pronunciamento ou entrevista, sobre o tema da crise econômica mundial.
Lava-se os pratos, mas o "rango" é o mesmo!
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Ivo Santino Casett
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começou em outubro e ainda só está "morninho" mas com o passar dos meses todo planeta irá compreender na sua plenitude o significado desta expressão.( nunca ocorreu nem ocorrerá de novo )...
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