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Bolsa de Valores

Assim como os mercados mundiais, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com volatilidade nas últimas semanas, influenciada pela crise de créditos imobiliários de alto risco nos Estados Unidos.
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Comentários dos leitores
Rodrigo Vieira de Morais (192) 08/05/2009 16h39
Rodrigo Vieira de Morais (192) 08/05/2009 16h39
Tudo que sobe, desce.
Tudo que desce, sobe.
Quem ganhou hoje, amanhã pode perder.
Quem perdeu hoje, amanhã pode ganhar.
A crise não acabou, não se iludam.
E semana que vem o dolar poderá subir, quem sabe.
Vou consultar o horóscopo e semana que vem confirmo minha previsão.
Uma coisa é certa, investir na bolsa... somente pra quem quer grandes emoções.
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Armando Malato (266) 08/05/2009 14h13
Armando Malato (266) 08/05/2009 14h13
Meu caro José Valias
Ao ler o seu comentario à arespeito da oscilação dos pontos na Bolsa de Valôres, achei que você foi de uma tremenda inspiração ao dizer que confia mais nos prognósticos do horóscopo do que nas previsões dos economistas brasileiros. Realmente tem toda a razão em se expressar deste modo.
Pelo meu lado, sempre fui avêsso à estas informações vindas da parte deles, que muitas vezês são subvencionados por grandes Emprêsas, para darem posições em relação à Economia, alardeando palpites falsos, com a intenção de beneficiarem as ações de determinado grupo empresarial e alavancar a valorização de seus titulos, com previsões descabidas e falsas, ou por outro lado, por pura ignorância em saber analizar os reais efeitos da crise mundial.
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jose valias (361) 08/05/2009 11h58
jose valias (361) 08/05/2009 11h58
A economia globalizada é incrivel, extremamente sensível e imprevisivel. Na semana passada o dolar estava estabilizado em R$2,30 e hoje anda perto dos R$2,00, 12% de desvalorização em dias e valorização de 15% na bolsa. Onde andam os economistas sabem tudo que não fizeram esta projeção ? Que tem crise tem, mas parece que está indo embora apesar do FMI continuar pregando o caos. Acho o horoscopo mais confiável que previsões de economistas. 4 opiniões
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Eduardo Giorgini (447) 06/05/2009 14h24
Eduardo Giorgini (447) 06/05/2009 14h24
Baseando na cotação do Bradesco PN, o índice voltou ao patamar antes da crise.
Talvez seja um sinal de que a crise esta amenizando.
Eduardo.
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Julião Villas (202) 06/05/2009 14h12
Julião Villas (202) 06/05/2009 14h12
caro isidoro, o valor de 74mil pontos da bolsa era artificial, as empresas estavam supervalorizadas, o grafico de evolução vinha em constante crescimento e uma hora essa escalada iria cessar. a bolsa estabilizada nos 50 mil pontos é mais do que suficiente para os peixes graúdos fazerem seus negócios e sairem lucrando. Subir demais é tão arriscado quanto descer demais. um abraço. 7 opiniões
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Eduardo Giorgini (447) 04/05/2009 15h16
Eduardo Giorgini (447) 04/05/2009 15h16
Com certeza. Porém temos algumas situações que são fatos e sempre tiveram presentes:
1-Desigualdade Social.
2-Saúde sulcateado.
3-Educação pública básica sulcateado.
E quando essa geração assumir o país daqui 20 anos com educação deficiênte, iremos ter maior desigualdade social e uma possível crise interna.
Governo esta pensanso apenas nos números, no coorporativo e esquecendo do mais importante, o social. Afinal, um país é feito de pessoas. (Obvio!)
Eduardo.
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isidorio silva (132) 29/04/2009 21h12
isidorio silva (132) 29/04/2009 21h12
Não sou Economista pra tentar afirmar nada ,mas se o Dólar voltou ao nível do inicio do ano ,a Bolsa de Valores de SP ainda tá muito longe de atingir o valor máximo ocorrido em maio de 2008 ,quando ela atingiu um pouco mais de 74.000 pontos , pois mesmo, que ela tenha se recuperado bastante em 2009 , ainda não passou de 50.000 pontos. O conselho que eu dou, é que o pequeno poupador não caia no conto do lucro fácil ,pois a Bolsa é pra peixe graúdo. E àquela história que saíu na Capa da revista ÉPOCA no ano passado ,se não estou equivocado ,onde um ex-Tenente do Exército tinha passado de um milhão de Reais só aplicando na Bolsa, é como um ganhador da MegaSenna ,que ganha um prémio acumulado com apenas um bilhete , é quase um milagre. 19 opiniões
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Fábio Lopes (14) 29/04/2009 17h34
Fábio Lopes (14) 29/04/2009 17h34
O Brasíl passará pela crise e vai superar mais essa. Ótimos indicativos. Porém, informo aos senhores que não é aconselhavel comemorar de imediato. Esses são os primeiros resultados. Ainda há muita cosa a ser superada em termos mundiais.
Quanto ao governo, eu acredito que houve uma consequência. Não acho que o Lula e a sua turma foram os responsaveis por esses indicativos positivos. Mas o longo trabalho que já vem sendo desenvolvido na política econômica brasileira acabou dando sólidos resultados.
Tudo é uma questão de consequência.
Quem esperava que esses resultados sairiam em um curto espaço de tempo?
Viva o Brasíl!
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Eduardo Giorgini (447) 29/04/2009 14h32
Eduardo Giorgini (447) 29/04/2009 14h32
"Bovespa opera em maior nível desde outubro; dólar atinge R$ 2,16"
Boa notícia!
Empresas voltam a crescer, empregos voltam a aparecer.
Agora precisa-se otimizar o setor público. Fazer uma auditoria rigorosa, reduzir gastos dentre outros, que é de extrema urgência.
Fazendo-se isso, dá para voltar a acreditar que possamos chegar ao desenvolvimento sustentável.
Eduardo.
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Eduardo Giorgini (447) 24/04/2009 11h07
Eduardo Giorgini (447) 24/04/2009 11h07
"Bovespa ganha 1% nos primeiros negócios; dólar marca R$ 2,18"
Bovespa chegou ao patamar antes da crise.
Tudo se establizará até final do ano.
E se o mundo vai vem, o Brasil vai bem e o Lula-PT dirá que foi ele o responsável.
Eduardo.
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Eduardo Giorgini (447) 23/04/2009 18h18
Eduardo Giorgini (447) 23/04/2009 18h18
"Bovespa fecha em alta de 2,03% com ajuda de estrangeiros".E se não fosse os estrangeiros.
Percebe-se que se o mundo vai bem, o Brasil vai bem.De 8 anos pra cá, o PT dirigiu o país em uma cenário de crescimento mundial.
Quando há crescimento é por causa do PT,e quando há declinio é por causa da crise.
O governo do PT foi inerte e sem-graça nesses últimos 8 anos e apenas continuou a política de FHC.
PT foi bom para funcionário público federal.
Eduardo.
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josé reis barata barata (3487) 20/04/2009 05h40
josé reis barata barata (3487) 20/04/2009 05h40
(III/III, concluo) - Tudo carreado para um Estado irresponsável, regressivamente tributador e usurpador do assalariado apossando-se do salário, também e por pior, pela intervenção desastrada, quando não perversa na economia freando o salário mínimo e o tornando iníquo em relação aos demais globalizados. Nominais, não há que ser advinho e bem que se pode dispensar a bola de cristal: especulação endógena e exógena provocada por uma política financeira governamental ostensivamente hipócrita, corruPTa, autoritária e fraudulenta. Assim, corrigindo-se o despropósito salarial (mil dólares era bom começo, mero novo patamar financeiro, segundo Marx, com o que concordo) e financeiro sem pecaminosos e indecorosos artifícios creditícios, globalizando efetivamente o Brasil, deixando a traidora política fratricida de espoliação e enganação o solavanco será suportável. Mesmo porque, o consumo interno (mesmo de alimentos) de centenas de milhões está represado. Agora fala você, escuto.
Sds. barata's, sem clientes, em pleno feriado enforcado
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josé reis barata barata (3487) 19/04/2009 07h05
josé reis barata barata (3487) 19/04/2009 07h05
(I/III) - Para o primeiro copo de domingo está bom demais, o resto flui.
De técnico (de futebol, hoje tem), médico e louco todos nós temos um pouco; mas, de economista, também, sempre e muito. Mamar é a primeira competição econômica, mormente quando não somos o primogênito, a garganta é boa e a natureza não é pródiga. As palavras se não são, denunciam as coisas; e economia, sabemos, nasceu e nasce, para cada um, dentro de casa: do grego "oikos"=casa e "nomoi"=regras, normas. O cinto quando aperta é a melhor escola e forma doutores. Então, dela entendemos nós, todos.Também mão creio em compartimentos estanques e privilegiados para o conhecimento.Ciências e artes caminham juntas, embora em níveis diferenciados que a educação potencializa. A secularização, racionalização e intelectualização levaram a uma fenomenal preponderância da técnica e com isto a uma cada vez maior escravizante divisão do trabalho e conseqüente dependência mútua em um mundo que nos envolve e aprofunda no desconhecimento do que nos cerca diferenciando-nos, de modo contraditório de nossos rudes e ignaros ancestrais, especialistas na generalidade do sobreviver, nesta ótica, independentes . No linguajar não é diferente.(continuo)
52 opiniões
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josé reis barata barata (3487) 19/04/2009 07h03
josé reis barata barata (3487) 19/04/2009 07h03
(II/III) - Crise, crise, crise! Todos falamos a uma e ninguém se entende. Não fujo a regra; mas, não desanimo. Percebo a vida cartesianamente, com muita simplicidade, simplismo para alguns o que irá reforçar ainda mais minhas conjecturas. O Brasil não é, e nunca foi, um país tipicamente industrializado.Que aperfeiçoou e muito a industrialização de suas exportações e montador de quinquilharias e possuidor de alguns nichos avançados de tecnologia que nos permitam saltos tecnológicos talvez; e, se for assim, mais na agroindústria. Lembro-me,quanto a isto, da contestação filosófica da lei dos movimentos. Nossa pauta de exportação, até mesmo por fatores de ordem natural e da divisão internacional do trabalho não se diversificou tanto, nem sofreu modificações substanciais que nos permitissem sensíveis ganhos por conta de valores agregados pela indústria.Fora isto e o a seguir é demagogia:soja, café, carne, frango, madeira, hortifruti, alguns derivados ,outros que esqueço e não vejo nos containers fechados, outros menos votados, etc. Os ganhos, reais e do Estado devem-se a dois aspectos : o mundo descobriu o Brasil para alimentar a fome dele e a expansão quantitativa disso adveio e forçou um aprimoramento nos serviços e bens.(finalizo) 97 opiniões
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josé reis barata barata (3487) 14/04/2009 07h29
josé reis barata barata (3487) 14/04/2009 07h29
"Uma vez que o crédito mente é porque rouba"(finalizo)
Sustentado nisto tudo e em alguns outros pressupostos: a moeda é valor, que não somente representa, mas é o título (adquire) jurídico real de toda a riqueza coletiva e que está acumulada e apropriada nas mãos de poucos (conglomerados financeiros e "bondosas governos demagogos);isto, embora alguns muitos, via artifícios jurídicos, tenham a sensação de que são proprietários de partes dela (o que não reflete a realidade, pois, a propriedade efetiva está com quem dispõe de moeda,chegando a manusear bens espirituais: morais, religiosos e políticos); na sociedade de consumo, inverso do que se possa imaginar, a produção gera e dita a necessidade; por isso e muito mais, não é dessarazoado pensar, com Proudhon, o forte engodo que a sociedade se encerrou: "Pelo crédito, a sociedade se recurva sobre si mesma; parece ter compreendido que produção e consumo, sendo para ela coisas adequadas e idênticas, é nela mesma, e não por uma ejaculação indefinida, que deve encontrar seu equilíbrio...E o governo, atordoado por esses clamores, julgou ser seu dever, com seu andar lento e estúpido, lançar os fundamentos da mais formidável máquina de crédito jamais vista, nomeando sua comissão para a reforma da lei das hipotecas." Proudhon não falava do Brasil de hoje, mas, que parece, parece.
"Se dás crédito às nações e tu mesmo não o aceitas , reinarás sobre todos os povos e ninguém será teu senhor" (Deuteronômio, XV,60)
Sds. barata's
161 opiniões
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josé reis barata barata (3487) 14/04/2009 07h26
josé reis barata barata (3487) 14/04/2009 07h26
"Uma vez que o crédito mente é porque rouba"
Crédito: mera antecipação de uma satisfação de consumo presente,por uma produção hipotética futura. Iniciei com um pensamento de Proudhon, resumi um pessoal, e continuo com vários dele recordados a esmo: O crédito não é concedido à pessoa, mas à hipoteca; se encosta em realidades e não em expectativas;o crédito traz consigo uma hereditariedade maléfica: desconta o objetivo em lugar dos meios;é a metamorfose dos capitais comprometidos em capitais circulantes; o crédito desimpede o problema das obscuridades mas não o resolve;o crédito liberando os valores mobiliários e imobiliários , só faz declarar sua subordinação ao numerário;o crédito é o pai da contabilidade, ciência cujo segredo consiste no principio de que não poderia haver devedor sem credor e reciprocamente, o que é a tradução do aforisma que os produtos são obtidos por produtos; crédito é desconfiança, porquanto o homem que nada possui nunca vai conseguir crédito;o crédito pede sempre mais do que dá,sem isso não seria crédito, logo, há sempre espoliação da massa e, qualquer que seja o disfarce, exploração sem reciprocidade do trabalho pelo trabalho; o crédito não tem nada a fazer com os pobres, com os diaristas, com os proletários, o crédito para esses, é um mito.(continuo)
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josé reis barata barata (3487) 14/04/2009 06h07
josé reis barata barata (3487) 14/04/2009 06h07
13, 24, 61, 69, 71, etc.
Bobalhão, mesmo oculto ( não tanto, você sabe que eu sei), um exemplo do mais perfeito bobalhão. Com tanta coisa útil e até mesmo inútil, se prestando ao exercício ignominioso de uma destemperada e vaidosa verminose mental psicopática afetada por uma inominável covardia. Uma pena e ainda se julga humano.Talvez, porém um enjeitado: homo ferus!
Lastimo... Ainda assim, sinceras e condoídas,
Sds. cara's, do irmão barata's.
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Ronaldo Pignataro (59) 13/04/2009 17h27
Ronaldo Pignataro (59) 13/04/2009 17h27
É salutar a disposição da imprensa em alertar, como recomendar que os investidores sejam bastante cautelosos neste momento, pois a elevação das Bolsas de Valores no mundo nas últimas semanas pode não ser o início de um novo ciclo de ganhos no segmento financeiro.
Nunca é demais um reforço que venha fortalecer a prudência.
Alguns "analistas" vislumbram uma recuperação em tempo próximo, mas resta sabermos a que recuperação se referem. Se for aquele estado reinante anteriormente à crise, marcado pelas escandalosas orgias em Wall Street com todos aqueles bônus indecentes e lucros exorbitantes, esqueçam. Impossível voltar ao que era. Recomendo a esses fantasiosos o vídeo "Capitalism Hits The Fan" do competente professor Richard Wolff.
Atentem que o sistema financeiro criado pelos Estados Unidos que nos apressamos em copiar é baseado no egoísmo. Isto quer dizer que, o pensamento "se eu me der bem, dane-se o resto" é a chave para o funcionamento redondo do sistema.
Não estou exagerando nem um pouquinho.
Assim, toda essa montanha de dinheiro indo do governo para as instituições é para, primeiro, sanear as contas particulares dos dirigentes, e dane-se a instituição. As companhias que, na verdade já morreram, são mantidas em estado zumbi o tempo necessário para que os ricos garantem seus castelos, aviões e iates, e depois aí oh! para vocês.
Este é o caso da defunta GM. Depois dessa, outras virão na seqüência.
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josé reis barata barata (3487) 13/04/2009 07h36
josé reis barata barata (3487) 13/04/2009 07h36
Aline.
A uma: nada;
a duas: nada; e,
a três : nada.
Ficou feliz?
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josé reis barata barata (3487) 10/04/2009 16h06
josé reis barata barata (3487) 10/04/2009 16h06
Marxy, sem sofisticações nem economês.Quando se toma empréstimo sob juros, em situações normais, o único a perder é o tomador. O acordo se firma assim:recebe-se uma determinada soma de moeda e se acorda restituir o recebido mais um acréscimo.Operação de risco do tomador e quase nenhum (consignado pode se retirar o "QUASE") do banqueiro (que usa o que não é dele).Por mais, esta operação(em tese, por não se desconhecer o potencial contábil de inescrupulosos) somente se realiza contra levantamento da solidez patrimonial ou moral do tomador e não de hipóteses.Ocorre que este risco exclusivo do tomador, implica, afora a necessidade inarredável de que parte do retorno do investido, quando retorna, retorne em volume e adicional maior, em tranferir esforço, trabalho não-remunerado para quem não participou, na prática, do processo produtivo,ainda que suposições teóricas garantam que sim, pela necessidade de remuneração da ficção moeda, meio, não fator produtivo.Por outro lado, tratando-se de consumo, simplesmente se estará "doando", pelo "livre-arbítrio" da Aline, trabalho, ou seja, pagando pela "antecipação" de determinada satisfação de consumo que bem poderia esperar.Pagamento, por meu raciocínio, indevido, ignaro ou tolo, fruto de espertezas que nada tem a ver com o capitalismo puro, teórico, sem a intervenção do homem, que, dentre suas máximas tem uma bem a propósito: "Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão". 126 opiniões
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