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13/05/2008 - 23h30

Com vitória na Virgínia Ocidental, Hillary diz que continua na corrida

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Colaboração para a Folha Online

Após vencer na prévia da Virgínia Ocidental nesta terça-feira, a pré-candidata Hillary Clinton afirmou ser a candidata mais forte e que continua na corrida pela indicação democrata à Presidência dos EUA. Com quase a metade dos votos apurados no Estado, Hillary aparece com 65% dos votos contra 28% de Obama.

"Quero mandar uma mensagem: estou nesta corrida porque acredito ser a candidata mais forte (...) Estou mais determinada que nunca em continuar esta campanha até que todos tenham a chance de votar", declarou durante discurso em Charleston, Vírginia Ocidental, após a vitória.

A ex-primeira-dama citou todos os Estados em que venceu e acrescentou que segue na disputa em nome "de milhões de americanos que pensam que nós [ela e equipe] podemos fazer melhor".

Hillary pediu a seus eleitores que façam doações. A senadora por Nova York enfrenta falta de recursos e emprestou mais de US$ 6 milhões à sua campanha.

"Seu apoio será crucial nestas últimas três semanas e eu espero que vocês entrem no site de minha campanha e façam doações."

Argumentos

A senadora por Nova York repetiu uma série de argumentos que vem usando nas últimas semanas para justificar porque segue na corrida democrata.

Hillary afirmou que nenhum dos candidatos atingiu ainda o número de delegados necessários para a indicação democrata --2.025-- e que mais de 2 milhões de pessoas dos Estados onde ainda não ocorreram primárias devem ter o direito de votar.

"Nenhum dos candidatos atingiu o número de delegados. Esta noite em Virgínia me ajudou a chegar mais perto", disse.

Segundo a rede CNN, Obama tem 1.877 delegados, e a ex-primeira-dama, 1.712.

Partido Democrata

Hillary disse que acredita ser a melhor candidata para liderar o Partido Democrata nas eleições gerais de novembro e que o partido é forte o suficiente para superar o "desafio" de se unificar para derrotar os republicanos.

A senadora por Nova York afirmou ainda que irá trabalhar para que o Partido Democrata vença as eleições, dando a entender que se perder a disputa com Obama irá apoiá-lo contra John McCain.

Falando sobre o desgaste do Partido Democrata, argumentou que campanha tem sido "positiva" pois as pessoas estão se registrando para votar em números recordes, discutindo os assuntos de interesse do pais e que a política está se tornando um assunto mais importante para os americanos.

Apesar da ampla vitória desta terça, Hillary dificilmente irá concorrer à Casa Branca como a candidata democrata. Obama venceu em mais Estados, teve maior número de votos e, recentemente, passou Hillary na quantidade de superdelegados --796 veteranos do partido com voto livre na convenção nacional que decide a nomeação.

Comentários dos leitores
hugo chavez (262) 11/01/2010 22h49
hugo chavez (262) 11/01/2010 22h49
As "autoridades" de imigração dos eua encobriram maus-tratos a estrangeiros e falta de atendimento médico nos casos de detidos mortos na prisão nos últimos anos, denunciou o jornal "The New York Times". A informação é parte do conteúdo de documentos internos e confidenciais obtidos pela publicação e a ONG União Americana de Liberdades Civis. Ambos se acolheram a uma lei de transparência que obriga à divulgação deste tipo de informação pelo governo. Os documentos mencionam os casos de 107 estrangeiros que morreram nos centros de detenção para imigrantes desde outubro de 2003. "Certos funcionários, alguns deles ainda em postos-chave, usaram seu cargo para ocultar provas de maus-tratos, desviar a atenção da imprensa e preparar declarações públicas com desculpas, após ter obtido dados que apontavam os abusos". É mais uma da "democracia" estadounidense que vive apontando o dedo para os outros. Quanto tempo e quantas patifarias ainda faltam para que alguns reconheçam que "liberdade e democracia" são MITOS nos eua. Ali acontece todo o tipo de manipulação, tortura, conchavo, tráfico, suborno, violência, abuso, enfim, toda a sorte de patifarias. Os eua estão mergulhados no mais profundo colapso em TODOS os sentidos. Não dá mais para encobrir que eles não se diferenciam em nada de TODOS os regimes que criticam, mas, como tem o poder das armas e são totalmente influenciados pela doutrina nazi sionista racista e fascista, são os maiores e verdadeiros grandes TERRORISTAS do mundo. São os condutores das maiores mazelas nos 4 cantos e o povo estadounidense precisa recuperar o poder e realmente conseguir resgatar sua Nação. Para começar, é preciso ter presidentes de verdade e não fantoches de 2 partidos que têm os mesmos "senhores", o sionismo internacional. Vivemos um momento decisivo onde devemos apoiar a Resistência mundial e lutar para derrubar o eixo que venceu o outro eixo na 2ª guerra e construir um mundo livre voltado para o socialismo do século XXI. Não ao capitalismo e ao comunismo, duas faces da mesma moeda controladas pelos sionismo. sem opinião
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Luciano Edler Suzart (40) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (40) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
1 opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 8 opiniões
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