07/04/2003
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04h55
As operadoras que levam os turistas ao Jalapão têm a tarefa de divulgar o turismo na região sem levar hordas de aventureiros que possam descaracterizar a maior área de cerrado no Brasil.
Segundo Luciano Cohen, sócio da Korubo Expedições -empresa que desde 2001 leva viajantes em cima de um caminhão para montar acampamento à beira do rio Novo-, a capacidade máxima do Korubo por temporada no Jalapão, de março a setembro, é de 500 pessoas. "Queremos diminuir o número de pessoas e aumentar o conforto", diz.
As preocupações com o turismo sustentável também envolvem a geração de receita às comunidades. O pacote da Venturas & Aventuras, por exemplo, inclui um almoço em Mumbuca, segundo João Marincek, diretor da empresa, cujo roteiro mescla pernoites na pousada local e em acampamentos itinerantes com rafting.
A Korubo tem planos com o Ibama e a Naturatins para treinar guias locais e desenvolver outros trabalhos de artesanato, além do capim-dourado, que podem ser adquiridos pelos turistas.
Para se manterem fiéis ao ideário ecológico, os aventureiros que optam por esses pacotes utilizam banheiros químicos. O lixo orgânico é enterrado, e o restante é levado em galões para Palmas.
"A orientação é que as pessoas não usem xampu ou condicionador", afirma Marincek. "Recolho até bituca de cigarro dos outros."
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da Folha de S.PauloAs operadoras que levam os turistas ao Jalapão têm a tarefa de divulgar o turismo na região sem levar hordas de aventureiros que possam descaracterizar a maior área de cerrado no Brasil.
Segundo Luciano Cohen, sócio da Korubo Expedições -empresa que desde 2001 leva viajantes em cima de um caminhão para montar acampamento à beira do rio Novo-, a capacidade máxima do Korubo por temporada no Jalapão, de março a setembro, é de 500 pessoas. "Queremos diminuir o número de pessoas e aumentar o conforto", diz.
As preocupações com o turismo sustentável também envolvem a geração de receita às comunidades. O pacote da Venturas & Aventuras, por exemplo, inclui um almoço em Mumbuca, segundo João Marincek, diretor da empresa, cujo roteiro mescla pernoites na pousada local e em acampamentos itinerantes com rafting.
A Korubo tem planos com o Ibama e a Naturatins para treinar guias locais e desenvolver outros trabalhos de artesanato, além do capim-dourado, que podem ser adquiridos pelos turistas.
Para se manterem fiéis ao ideário ecológico, os aventureiros que optam por esses pacotes utilizam banheiros químicos. O lixo orgânico é enterrado, e o restante é levado em galões para Palmas.
"A orientação é que as pessoas não usem xampu ou condicionador", afirma Marincek. "Recolho até bituca de cigarro dos outros."
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