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Sindicato de bares de SP vê retorno à fase laranja como 'mais um duro golpe no setor'

Entidade, porém, diz entender a gravidade do momento e apoiar as medidas anunciadas

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O Sindicato de Restaurantes e Bares de São Paulo (Sindresbar) apoia as restrições anunciadas pelo Governo de SP nesta sexta (26) para conter a Covid-19, mas afirma que a ação "será mais um duro golpe no setor, que vem pagando um alto preço desde o início da pandemia".

“A demanda está comprometida e o desemprego está em nível recorde. Os estabelecimentos enfrentam enormes dificuldades financeiras e não têm mais a possibilidade de redução de jornadas de trabalho", afirma Sylvio Lazzarini, vice-presidente da entidade.

"No ano passado, 150 mil [funcionários do setor] foram demitidos. Infelizmente, o número tende a aumentar neste ano”, segue eleNesta decidiu retroceder a Grande São Paulo para a fase laranja do Plano SP de contenção da Covid-19.

O governador João Doria (PSDB) anunciou que a Grande São Paulo e outras cinco regiões do estado retrocederam sua classificação no Plano São Paulo para a fase laranja, mais restrita.

Com isso, comércios poderão funcionar até as 20h. Os bares estão proibidos. Podem atuar como restaurantes, até as 20h, mas não apenas para a venda de bebidas, segundo o governo.

Além disso, comércios têm de ter no máximo 40% de sua capacidade ocupada por apenas oito horas. Parques continuam abertos.

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