Siga a folha

Correspondente da Folha na Ásia

Descrição de chapéu toda mídia

Libération vê 'democracia em jogo'; The Guardian destaca 'imenso perigo'

No noticiário americano, manifestos 'visam conter ameaças' de Jair Bolsonaro, 'presidente de extrema-direita'

Assinantes podem enviar 5 artigos por dia com acesso livre

ASSINE ou FAÇA LOGIN

Continue lendo com acesso ilimitado.
Aproveite esta oferta especial:

Oferta Exclusiva

6 meses por R$ 1,90/mês

SOMENTE ESSA SEMANA

ASSINE A FOLHA

Cancele quando quiser

Notícias no momento em que acontecem, newsletters exclusivas e mais de 200 colunas e blogs.
Apoie o jornalismo profissional.

Nos EUA, a cobertura do ato pela democracia se concentrou nas agências Associated Press e Reuters, ambas destacando que "Manifestos visam conter ameaças de Bolsonaro". Por Washington Post e outros, a AP mobilizou três correspondentes e descreve:

"Brasileiros lotaram a Faculdade de Direito da USP para ouvir um manifesto denunciando a brutal ditadura militar. Isso foi em 1977. 45 anos depois, milhares se reuniram no local para defender as instituições democráticas e o sistema de votação, que o presidente de extrema-direita ataca repetidamente."

Na manchete do francês Libération, já com a capa abaixo no início da noite, "A democracia está em jogo". Publica textos como "Encarando Lula, Bolsonaro está pronto para quebrar as urnas?" e "Para controlar o debate, Bolsonaro faz entrar o Exército na escola". Ressalta que a multidão na São Francisco cantava "A democracia é nossa!".

O jornal publica ainda o editorial "No Brasil, uma eleição de alto risco", afirmando que "desde Trump sabemos que nossas democracias não estão imunes a um golpe ou loucura" e que Bolsonaro, "populista de extrema-direita", pode usar o 7 de Setembro para "uma demonstração de força militar". Já Lula "quer ser um unificador onde o atual presidente fez de tudo para dividir".

Na chamada do inglês The Guardian, "Manifesto dos cidadãos declara que a democracia brasileira enfrenta 'imenso perigo'". No texto, anota que, além de São Paulo, "leituras simultâneas ocorreram em cidades de todo o país, incluindo Rio, bem como em universidades estrangeiras, como o King’s College", de Londres.

Na América Latina, a atenção inicial ao ato pela democracia foi maior em veículos à esquerda, como o argentino Página/12 ou o mexicano La Jornada, este com o enunciado "Protestam no Brasil 'em defesa da democracia' pouco antes das eleições".

BERNIE & BRASIL

Presidente da Comissão de Orçamento do Senado americano, Bernie Sanders "teme pela democracia do Brasil", noticia o site Politico, e distribuiu entre seus colegas um rascunho de resolução defendendo eleições "livres e justas" —e o rompimento de relações, em caso de "governo ilegítimo".

"É importante para o povo do Brasil saber que nós estamos do lado deles, do lado da democracia, e podemos ir além."

APAGA LIDERANÇA

Veículos financeiros como a americana Bloomberg, com o título "Bolsonaro apaga liderança de Lula no Estado mais populoso do Brasil" (acima), se voltaram para sua reação na intenção de voto "após uma enxurrada de medidas para aliviar as dificuldades econômicas".

Receba notícias da Folha

Cadastre-se e escolha quais newsletters gostaria de receber

Ativar newsletters

Relacionadas