Leitores elogiam reportagem sobre José Luiz de Magalhães Lins

Texto relata trajetória de banqueiro que financiou o cinema novo, salvou a Globo e livrou Garrincha da cadeia

Coronavírus
Raul Cutait (“Responsabilidade de todos”, Opinião 20/12) fez um grave chamamento para que todas as mídias (impressa, televisiva e sociais) protagonizem imediatamente uma grande campanha de prevenção da Covid-19. Ele tem todas as credenciais para fazer esse apelo: além da sua reconhecida autoridade como médico, foi infectado pelo vírus, ficou entubado vários dias e só permaneceu entre nós pela mão de Deus. Levemos isso a sério.
José Pastore (São Paulo, SP)

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Li o texto de Dimas Covas na Folha (“Coronavac é a mais segura das vacinas em teste no país”, Opinião 19/12) e devo dizer que vou tomar a Coronavac, assim que estiver disponível. Mas, professor Covas, menos. O senhor é um cientista e não fica bem escrever que a “sua” vacina é a mais segura ou a melhor. Como pesquisador, sabe que não há estudo comparativo e não pode afirmar isto. Se quer que a população se sinta segura, diga a verdade, sem exageros, pois o exagero pode passar por mentira e gerar tensões.
Bruno Caramelli, professor associado da Faculdade de Medicina da USP (São Paulo, SP)

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O governo sempre desmereceu a Covid-19, mas não se furta agora de baixar a portaria 630 sem saber as condições de realização do RT-PCR nos vários países. Prazo para resultado, custo, disponibilidade, etc. Muitos brasileiros ficarão retidos nos aeroportos ou perderão suas passagens, poderão até ficar ilegais. Será de qual cabeça sai uma ignorância dessas? Impedir o cidadão de entrar em seu próprio país (“Brasil vai exigir exame para entrar no país”, Saúde 19/12).
Flávio Fonseca (Mendes, RJ)

Ombudsman
Acertada a análise da ombudsman (“Folha busca intimidar Bolsonaro, mas ele é imbatível na retórica”, 20/12). Detesto e repudio Bolsonaro, mas espero análises coerentes e lúcidas nos textos da Folha. Adjetivos de indignação como os descritos, que têm seu lugar na indignação popular, ficam vazios em análise editorial e depõem contra ela.
Marcus Machado (Porto Alegre, RS)

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A Folha subiu o tom para o ponto da escala em que deve estar: o do combate ao mal extremo que desgoverna o país. Bolsonaro deve, sim, ser afastado da vida política. Ao contrário do que diz a ombudsman, o editorial vai perdurar. Eu próprio o divulguei a muita gente, e outros o fizeram. Enquanto isso, o jornalismo investigativo continua a fazer seu papel. Uma coisa não atrapalha a outra.
Nelson Oliveira (Brasília, DF)


Estraga prazer
Poxa, Antonio Prata, você devia ter iniciado seu texto “O Cambaio da rainha” (Cotidiani, 20/12) com uma advertência de “spoiler”. Ainda bem que eu já tinha visto a série, que, por sinal, adorei.
Célia Maria Benati Verissimo (Americana, SP)


‘Chorrindo’
O artigo do Hélio Schwartsman “Guerra” (Opinião, 20/12) é lúcido, coerente, didático, mas deixou uma dúvida incômoda: é pra rir ou pra chorar?
Luiz Carlos de Souza (São Paulo, SP)


Tendências e Debates
Parabéns, Daniel Cara, pelos esclarecimentos sobre por que não se deve destinar recurso do Fundeb às escolas privadas. Já os argumentos usados por Ademar Batista Pereira em defesa do repasse desses recursos são insustentáveis (“As escolas privadas e filantrópicas, como as ligadas a igrejas, deveriam receber mais verbas do Fundeb?”, Opinião 19/12).
Zoraide Inês Faustinoni da Silva (São Paulo, SP)

José Luiz de Magalhães Lins
Bela história de vida, mostrando que o investimento em cultura traz tranquilidade e paz ao homem e independe de seus posicionamentos ideológicos. Parabéns! (“Conheça o banqueiro que financiou o cinema novo, salvou a Globo e livrou Garrincha da cadeia”, Ilustríssima 19/12).
Luis Flavio Mesquita (Uberaba, MG)

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Excelente reportagem sobre José Luiz de Magalhães Lins. Parabéns! Isso é que é jornalismo.
Henderson Verona (São Paulo, SP)


Esquerda e Direita
Eu teria que ler o livro inteiro para saber, mas me impressiona que a reportagem em nenhum momento cite “A psicologia de massas do fascismo”, de Wilhelm Reich, o livro que melhor explica o bolsonarismo. Ficou muito claro para todos que Bolsonaro começou a se tornar conhecido a partir de um discurso de repressão sexual (“Livro explica gênese do antipetismo e avanço da direita radical no Brasil”, Poder 20/12)
José Aguiar Freitas Jr. (Guarulhos, SP)

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Uma análise mais definitiva dos governos PT e Bolsonaro só poderá ser feita no futuro, depois que as paixões (e ódios) arrefecerem. O que marcará o PT? Talvez o Bolsa Família, mas sobretudo o Petrolão. Nunca mais chegará ao poder, e talvez mude de nome, como fez a Odebrecht. E Bolsonaro? Acho que será lembrado pelo bozó que sempre foi. Tristes trópicos os nossos.
Henrique Marinho (Brasília, DF)


Marcelo Leite
Perfeito! Não há nada o que se comemorar neste ano, e nossa população infelizmente não está nem aí para a “gripezinha’’ (“Infeliz Natal, péssimo Ano Novo”, Saúde 20/12).
Francisco Ferreira (Fortaleza, CE)

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Às vezes, a verdade nua e crua, que corta a pele, sem imunizante, dói muito, mas liberta. Liberta o Brasil destas horrendas lideranças políticas capitaneadas na morbidez, ignorância, conservadorismo criminoso e adjeto do eventual ocupante do Palácio do Planalto. Que sejam breves estes tempos sombrios porque o povo Brasileiro não merece!
Geraldo Silveira (Belo Horizonte, MG)

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