Descrição de chapéu Coronavírus

Folha tem recorde de audiência pelo segundo mês seguido com crise política e coronavírus

Em abril, foram 74 milhões de usuários e 177 milhões de visitas

São Paulo

A Folha atingiu novos recordes de audiência em abril com a cobertura da pandemia de coronavírus e da crise política no governo Jair Bolsonaro.

No mês passado, 73,8 milhões de usuários únicos acessaram o site do jornal, acima do pico anterior de 69,8 milhões, obtido em março.

Outro recorde refere-se ao número de visitas, que chegou a 176,9 milhões, superando o registrado em outubro de 2018, mês das últimas eleições (164,8 milhões).

Os dados da Folha são registrados pela ferramenta Google Analytcs 360.

Já o número de visualizações de páginas, que indica quanto foi consumido pelos visitantes, chegou a 428,4 milhões nas plataformas digitais --o recorde, também de outubro de 2018, é de 471 milhões de acessos.

“O interesse pela informação confiável tem sido visto não apenas na audiência, seguidamente alta nas métricas diárias, mas no interesse em apoiar e assinar o jornalismo profissional”, diz Sérgio Dávila, diretor de Redação do jornal.

Médicos de aventais longos e azuis, máscaras, dentro do hospital
Equipe médica do Instituto de Infectologia Emílio Ribas se prepara para traqueostomia em paciente com coronavírus; repórteres acompanharam os trabalhos por três dias em abril - Eduardo Anizelli/Folhapress

Diferentemente de março, quando as notícias da Covid-19 dominaram a atenção dos leitores, em abril o noticiário deu espaço para mais uma crise política no governo.

A Folha foi o primeiro veículo a publicar, no dia 23, o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, fato confirmado no dia seguinte.

Na ocasião, políticos, blogueiros e militantes bolsonaristas acusaram o jornal de fake news nas redes sociais. Foram todos respondidos --o post inicial da thread “Não era fake news, era jornalismo” tornou-se o mais retuitado da história da Folha no Twitter.

O furo de reportagem, assinado pelo diretor da Sucursal de Brasília, Leandro Colon, resultou na notícia mais lida do mês. No topo do ranking, ela dividiu espaço com outras narrativas acerca do presidente.

E em meio ao aumento do número de mortos pelo coronavírus no Brasil, a Redação, que tem trabalhado de casa na quarentena, manteve a cobertura da pandemia com análises e dados exclusivos.

Reportagem do DeltaFolha, por exemplo, mostrou que com a aceleração dos casos de Covid-19, o Brasil tem tendência pior que Itália, Espanha e EUA.

Para contar aos leitores o que acontece dentro dos hospitais, os repórteres Patrícia Campos Mello e Eduardo Anizelli passaram três dias na unidade de terapia intensiva do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo. Centro de referência no tratamento de doenças infecciosas, o instituto está na linha de frente do combate ao novo coronavírus.

Em outra série especial, com capítulos novos a cada semana, Dhiego Maia e Karime Xavier mostram o trabalho de garis, motoristas, zeladores e entregadores, entre outros, os chamados Essenciais, profissionais que continuam nas ruas para que o paulistano possa estar em casa.

Nesse grupo estão médicos e profissionais da saúde, que motivaram em abril a criação da Folhamed, plano de assinatura com seis meses gratuitos de acesso à versão digital da Folha.

Todo o conteúdo de utilidade pública produzido, que ajuda o dia a dia dos brasileiros, com serviços sobre o auxílio emergencial, dúvidas práticas de saúde (veja a lista), desmentidos de fake news, continua disponibilizado gratuitamente, fora do paywall (sistema que restringe a leitura de usuários não-assinantes). Na lista já estão quase 200 textos.

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