Em Porto Alegre, Manuela D'Ávila lidera com 24%, e Fortunati tem 14%, segundo o Ibope

Rejeição da candidata à prefeitura da capital gaúcha também é alta, com 28%

São Paulo | UOL

Manuela D'Ávila (PCdoB) tem 24% das intenções de voto na disputa eleitoral à Prefeitura de Porto Alegre, segundo indica a pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (5) pela RBS, afiliada da TV Globo no Rio Grande do Sul.

Em seguida, aparecem José Fortunati (PTB), com 14%, Sebastião Melo (MDB), com 11%, e Nelson Marchezan Júnior (PSDB), com 9%. Todos estão tecnicamente empatados em segundo lugar.

Juliana Brizola (PDT) surge com 5%, João Derly (Republicanos), com 4%, Fernanda Melchionna (PSOL), com 3%, Valter Nagelstein (PSD), com 3%. Gustavo Paim (PP) e Julio Flores (PSTU) têm 1% cada um.

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Foram ouvidas 805 pessoas entre os dias 3 e 5 de outubro. O número de identificação da pesquisa na Justiça Eleitoral é RS-07152/2020.

O nível de confiança é de 95%. Brancos e nulos somaram 13%. Já 11% não responderam ou disseram não saber em quem votariam.

Confira as porcentagens que cada candidato obteve no levantamento:

  • Manuela D'Ávila (PCdoB): 24%
  • José Fortunati (PTB): 14%
  • Sebastião Melo (MDB): 11%
  • Nelson Marchezan Júnior (PSDB): 9%
  • Juliana Brizola (PDT): 5%
  • João Derly (Republicanos): 4%
  • Fernanda Melchionna (PSOL): 3%
  • Valter Nagelstein (PSD): 3%
  • Gustavo Paim (PP): 1%
  • Julio Flores (PSTU): 1%
  • Branco/Nulo: 13%
  • Não sabe/Não respondeu: 11%


O Ibope também perguntou "em quem você não votaria de jeito nenhum?" Os eleitores puderam escolher mais de um candidato.

  • Nelson Marchezan Júnior: 37%
  • Manuela D'Ávila: 28%
  • José Fortunati: 15%
  • Julio Flores: 8%
  • João Derly: 7%
  • Sebastião Melo: 7%
  • Gustavo Paim: 6%
  • Rodrigo Maroni: 6%
  • Juliana Brizola: 5%
  • Valter Nagelstein: 5%
  • Fernanda Melchionna: 4%
  • Luiz Delvair: 3%
  • Montserrat Martins: 2%
  • Poderiam votar em todos: 3%
  • Não sabem ou preferem não opinar: 14%.
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