Descrição de chapéu Coronavírus

Veja as festas de Páscoa e de São João que foram adiadas por causa do coronavírus

Festejos tradicionais que acontecem no primeiro semestre precisaram ter suas datas alteradas

São Paulo

Por causa da pandemia do novo coronavírus e das medidas de isolamento social impostas para amenizá-la, eventos com grande concentração de pessoas não podem acontecer neste momento.

Festas tradicionais do país tiveram que ter suas datas alteradas para o segundo semestre, para não serem canceladas. Veja abaixo quatro delas e saiba quando irão acontecer.

SÃO JOÃO DE CAMPINA GRANDE, PARAÍBA

A 37ª edição do evento, que seria realizada entre 5 de junho e 5 de julho, foi adiada para o fim do ano, com início em 9 de outubro e término em 8 de novembro. O festejo reúne cerca de 2 milhões de pessoas. O prefeito da cidade, Romero Rodrigues (PSD), anunciou que haverá uma readequação da programação —estavam previstos shows de Elba Ramalho, Simone e Simaria, Felipe Araújo, entre outros

PAIXÃO DE CRISTO DE NOVA JERUSALÉM, PERNAMBUCO

Pela primeira vez em 53 anos, o espetáculo, encenado na cidade de Brejo da Madre de Deus, não foi na Semana Santa. A peça foi transferida para o período de 2 a 7 de setembro. Os ingressos já comprados continuam válidos, mas também é possível pedir reembolso. A venda de novos bilhetes começa em 1º de maio pelo site novajerusalem.com.br. Os valores variam de R$ 100 a R$ 120 (inteira)

PÁSCOA ILUMINADA EM ARAXÁ, MINAS GERAIS

Em sua sétima edição, a comemoração, marcada para acontecer entre 12 de março e 12 de abril, foi adiada para agosto, do dia 6 ao 23. Realizado no Grande Hotel Termas de Araxá, o evento tem como principal atração um show com música e projeções em um castelo. Os ingressos (de R$ 20 a R$ 80) poderão ser usados na nova data ou devolvidos. Algumas atrações exigem apenas um quilo de alimento ou de ração animal como entrada

PAIXÃO DE CRISTO DE SANTANA DE PARNAÍBA, SÃO PAULO

A encenação da Paixão de Cristo foi remarcada para 14 de novembro, dia do aniversário de 440 anos da cidade. As divisórias que seriam usadas na peça serão transformadas num hospital de campanha, segundo a Prefeitura. O espetáculo atrai cerca de 30 mil visitantes

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