Eleições 2008
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Especial


Esse ministro nunca deve ter ido a um mercado comprar alimentos, nem mesmo uma única cesta básica.
Aposto, que se perguntar a ele, de quanto foi o aumento da cesta básica, ele não saberá responder que foi de 30%.
Para piorar ainda compara a inflação brasileira a China e Rússia, igualzinho ao dito pelos petistas aqui no site.
O senhor ministro anda lendo demais o que os petistas escrevem aqui no fórum, ou então é ele que manda os petistas escreverem a mesma teoria, ou; ainda: seria ele quem anda escrevendo por aqui?
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São farinha do mesmo saco, no segundo turno deverão estar todos juntos.Antono Fouto Dias - Mirassol -SP
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Danny Yasbek 02/07 - 12h26 e,
José Reis, 02/07
Muito bonita a manifestação da defesa pela não obrigatoriedade do voto, entretanto, devemos pensar em que País estamos, o grau de conhecimento de nosso povo(sem nenhum demérito) e, principalmente a atuação e o modo de comportamento de nossos políticos, assim como dos respectivos partidos.
Não há ainda, no meu modesto ponto de vista, condições para aprovação do voto facultativo; isto porque, alguns partidos iriam se perpetuar no poder e o PT pode muito bem ser um exemplo disso.
A dependência do bolsa-(voto)família, o interesse dos milhares de aloprados, além dos favorecidos indiretamente, jamais sairiam do poder.
Uma vez não obrigatório, milhares de eleitores descontentes com a questão político-eleitoral jamais compareceriam às urnas, o que abriria espaço para o que registrei acima.
Posso até estar equivocado, mas não creio.
Um forte abraço.
Antono Fouto Dias - Mirassol - SP
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Nesse projeto deveria haver um dispositivo vedando a mudança de partico para disputa eleitoral no meio do mandato para o qual foi eleito; pois, no meu ponto de vista, esta atitude fere a decisão do TSE em que se exixge o cumprimento do mandato pelo qual foi eleito.
Se um político está insatisfeito com o partido a que pertence, julgo que o mesmo deverá mesmo ter o direito em mudar de partido, mas somente depois de haver exercido o mandato para o qual foi eleito; fato que levaria os interessados em se candidatar a conhecer estatudos e ideologias de cada partido, antes de se filiar.
A fidelidade partidáriai é impressindível à existência de partidos fortes e, nesse sentido, como está a política brasileira, não encontramos no horizonte, nenhum sinal da possibilidade de fortalecimento dos partidos.
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Vamos analizar os Albertinhos limontas (medicos,reis,deuses da metade do século passado) do seculo XXI. As mamães Dolores deixaram de ser escravas passivas,viraram trabalhadoras gestoras de suas vidas.
Os Albertinhos caíram dos seus pedestais, das toalhas de linho e prataria de lei para serem meros servidores publicos, medicos das mezelas do corpo.
Os deuses viram gentes comuns,estão desnudados, mostrando assim o caráter e assência predominates de suas almas.
Alem de "cuidarem da saúde" insistem em administar(comercializar).Com isto o homem deixou de ser portador de alma,e surgiu a MAFIA DE BRANCO CONVICTA (todo convicto é um ignorante) superior a tudo e a todos.
Passando um verniz:Vejam quantas coisas boas e novas eu fiz!
Resultado,pessoasdoentes,queixosas,carentes,improdutivas...
O feitiço virou contra o topo da pirâmide o Brasil terá que aposentar a gentalha... ou fazer o que vem fazendo O ESTADO DE SÃO PAULO E PREFEITURA abandoná-los a propia sorte expulsa-los dos prontos socorros (Dr.Carlos luiz Argelen CRM64660 PS de Sta Cecilia) ate que caminhem para doença terminal,aí sim é hora de respeitar o "corpo involucro da alma"prestando serviço decente,pois terão retorno locupletando-se na maravilha que é a medicina com seus cânceres.
Não me subestimem!
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A sempre Gigante e carinhosa atenção,exige,se não satisfatória, imediata reciprocidade.
Não sou a favor nem contra nada.Não tenho posições nem lados,verdades nem mentiras, ilusões nem convicções;procuro-os,só e só.Vivo e...enquanto puder,vasculho-a.
Nomes ridículos e feios que fazem a política brasileira (não é privilégio de são Paulo,embora crucial para o Brasil) provocaram a pouco profícua,embora necessária, idéia do"voto nulo".Fica no efeito,ao invés da causa:a obrigatoriedade dele,do voto.O inesgotável cérebro internauta apresenta-a mais velha e explorada que Matusalém.Assim, não entendi a surpresa de alguém.
Contra-senso.No passado,há alguns séculos, por menos, buscavam-se explicações, relações, conjecturas,convicções para a existência;hoje,nem isto:nascemos, vivemos e morremos sem sequer tentar saber o que somos,sem questionar nada.Somos a referência de quem nos aniquila,enquanto que quem nos aniquila é,certamente,a referência.Falta senso critico e coragem.Liberdade de pensar e agir,caminhar com os próprios pés.
A quem interessa a obrigação do voto?
No momento que se obriga a ele,fere-se de morte o que o justifica: a liberdade.
O voto é o que caracteriza a autoridade cidadã; que, enquanto tal, é soberano no exercício dele e,nesta ocasião, não pode ser confundido com súdito;enquanto sujeito às leis do Estado que o próprio cidadão os cria com o voto livre,edificando a vontade geral que não é, necessariamente,a de todos.
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Quem souber me responda.
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SENADO E CÂMARA "É" SINÔNIMO DE SUJEIRA, LAMA E NINGUÉM VAI MUDAR ISSO.
É STE, STJ, ETC. TUDO É DO MESMO SACO!
LÁSTIMA QUE VAMOS VER A CORJA COMPRANDO VOTOS, ENLAMEANDO ELEIÇÕES E NADA!
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Sinceramente, depois dessa pérola do comentarista que se esqueceu que no Brasil o voto é obrigatório, é melhor que os comentaristas debatedores do assunto DESOBSTRUAM A PAUTA.
Voto Nulo Não!
Voto é um direito sim! Só que ao ser imposto pela obrigação de leis criadas no período ditatorial, tornou-se um dever.
Queremos ter o direito de votar, bem como, o direito de escolher entre votar ou não votar.
Entretanto, melhor não votar que votar nulo!
Ponto!
POR OBSÉQUIO VAMOS DESOBSTRUINDO A PAUTA!
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Cuidado... poderiamos facilmente dizer: "Acesso a educação é direito, não obrigação."
(Muito pirralho ia adorar essa mentalidade, e depois quando fica com mais de 20 anos fica tentando voltar para o supletivo-supletivo...)
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Voto Nulo não!
Fim do Voto Obrigatório sim!
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Maquiavelismo acintoso!
Omissão desmedida!
Filolosofia vesânica!
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A imbecilidade filosófica em respirar a defesa do voto nulo, a despeito da consciência traída, a razão determina que o voto é nossa arma contra os maus políticos;ainda, determina inclusive que não devemos jogar nossa arma fora ficando a mercê do inimigo, mesmo que filosóficamente.
Após, o ar poderá ficar irrespirável, em consequência da omissão, e do ato impensado, alusivo, pois, a beleza filosófica do ar travestido de puro.
Neste país, em se tratando de política, a razão, a voz da consciência fala mais alto, não há mais espaço para erros, principalmente os da omissão e da abstenção.
Maquiavélico, pois, filosofar defendendo o voto nulo, só irá favorecer àquele comprovadamente de má fé, vesânicos travestidos de mocinhos.
Peque pelo excesso, jamais por omissão, ficar em cima do muro na hora de votar, não é, jamais será a melhor alternativa, mesmo que filosóficamente até seja permitido, porém, atentai bem, com consequências previsiveis, o rebanho composto de "gados" trilhará o caminho da incerteza do despenhadeiro, do ar irrespirável, trazendo dor irremediável.
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A julgar pela filosófica defesa barata do comentarista que prega o voto nulo, se tal tese for aplicada nas eleições municipais em Sergipe, os aracajuenses que se cuidem, pois se todos anularem o voto, e o candidato tropa-de-choque defensor de Renam votar nele mesmo, sagrara-se vencedor, o prazer será só dele, pois a dor será apenas da consciência pesada do eleitor que ficou em cima do muro, omisso, pois!
É preferível pecar pelo excesso que pecar pela omissão!
Seja coerente, vote consciente, faça sua parte, a razão assim determina.
NÃO VOTE NULO, NÃO FILOSOFE, VOTE CONSCIENTE!
A RAZÃO, SEMPRE, DEVE SER SEGUIDA, MESMO QUE A CONSCIÊNCIA POSSA SER TRAÍDA POR ALGUÉM NO QUAL ACREDITAVAMOS.
O VOTO É A ARMA DO ELEITOR!
A RAZÃO DIZ QUE NA GUERRA, NÃO SE JOGA A ARMA FORA FICANDO A MERCÊ DO INIMIGO.
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