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PF monitorou 54,7 mil horas de ligações na Operação Satiagraha
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O país não tem controle sobre as empresas que prestam serviços de consultoria de segurança e muitas delas tem nos seus quadros ex-agentes da CIA, FBI, MOSSAD e KGB. Afora isso há que se considerar a conivência de muitos prepostos do aparato estatal de segurança sempre disposto a contribuir com os olheiros estrangeiros em troca de algumas bexesses.
Onde está a legislação que estabeleça um controle ou restrinja a ação de tais elementos dentro do país??
Temos no país algumas consultorias que prestam serviços de consultoria na área de resseguro par empresas de seguro estrnageiras e paralelamente fazem espionagem e investigação de natureza diversa. Será que o governo não sabe?
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Era o que faltava....
Inventaram um "caixa 2 para grampos".
É a tecnologia brasileira, ultrapassando fronteiras...
As fronteiras da dececência, da Lei e da Justiça.
Isso é a marca registrada de Estados ditatoriais.
É o sistema vigiando o sistema.
Não temos mais um Estado de Direito.
É um ataque frontal à democracia.
E agora?
Recorrer a quem?
Ao ministro da Justiça?
A quem mais então?
E tem gente ainda que reclamava de "ditaqualquercoisa" no passado...
ISTO É MELHOR???
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Os leitores aqui da Folha Online, talvez a sua maioria, se coloquem no lugar do investigado e temam pela sua privacidade. Porém, no nosso país onde não consigo me lembrar de um político perseguido injustamente pela Polícia Federal ou pela Abin, suspeito que o interesse no controle de grampos seja exatamente dos políticos que tem medo de serem grampeados, não pelas suas escapadas conjugais como o sr. Renam Calheiros, mas por causa das suas atividades que transcendem o papel do homem público. Negativamente, claro.
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Ou é mais uma matéria inverídica, para aumentar o movimento de justificação de uma condenação do Protógenes?
Quem vai investigar o vazador do depoimento sigiloso?
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mesma) pois os crimes tem origem no exterior.
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É difícil de acreditar, que um diretor geral da ABIN, não tivesse conhecimento que 84 de seus agentes (fora arapongas terceirizados), estavam à disposição do Protógenes.
Como é possível?
Se Lacerda, não estava no controle, quem estava então?
A ABIN é uma agência diretamente ligada ao Gabinete da Presidência da República e se diretor geral do órgão, conforme afirma na matéria, não tinha ciência da envergadura da ação, quem controlava isso tudo?
Quem liberou os 84 agentes para trabalharem com Protógenes?
E por quê?
Essa estória a cada dia que passa, aponta com uma seta fluorescente, apenas para uma pessoa, o verdadeiro "mandante"....
Estou exagerando?
Não creio.
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