Mundo
28/08/2008 - 17h54

Milhares pedem reforma migratória nas ruas de Denver

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da France Presse, em Denver

Milhares de pessoas marcharam nesta quinta-feira pelas ruas de Denver, Colorado, aproveitando a atenção gerada pela Convenção Nacional Democrata. Os manifestantes pediam ao candidato democrata Barack Obama a regularização dos imigrantes ilegais e o fim das batidas e revistas policiais.

Aos gritos de "Somos América", a multidão se reuniu em Denver para lembrar as marchas de dois anos atrás, quando milhares de pessoas tomaram as ruas de todo o país para reivindicar uma reforma migratória que incluísse a regularização dos milhões de clandestinos que vivem nos EUA.

Em coro, os manifestantes gritavam as palavras de ordem mais emblemáticas daqueles protestos, dos quais o próprio senador Obama chegou a participar, entre elas "ninguém é ilegal".

O objetivo da passeata era pedir ao agora candidato Obama que não se esqueça, se chegar à Casa Branca, de suas promessas de regularizar os 12 milhões de ilegais radicados no país (estimativa aproximada), abrindo caminho para sua cidadania.

Nos últimos anos, o setor mais radical do Partido Republicano bloqueou, no Congresso, dois projetos de reforma migratória completa, apoiados por Obama, que poderiam ser o primeiro passo para a regularização de milhões de pessoas.

O candidato republicano, John McCain, também apoiou esses projetos, embora os democratas tenham-no acusado de mudar de opinião para ganhar o apoio do setor mais conservador do partido.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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