Mundo
08/09/2008 - 09h30

Dick Cheney apóia Sarah Palin e elogia seu discurso

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colaboração para a Folha Online

O vice-presidente americano, Dick Cheney, endossou a candidatura da também republicana Sarah Palin para ocupar seu cargo e sugeriu que ela não necessariamente terá o mesmo papel que ele teve no governo de George W. Bush.

"Cada administração é diferente", disse Cheney, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, em Roma, Itália. "E não há razão para que Sarah Palin não possa ser uma bem sucedida vice-presidente na administração de [John] McCain", continuou, citado pelo jornal "The New York Times".

O apoio de Cheney, embora não surpreenda, representa sua primeira declaração sobre a companheira de chapa de John McCain e ainda, aponta o "NYT", permite avaliar seu próprio legado como vice de Bush.

"Não vai parecer exatamente como a administração Bush ou a primeira administração Bush, a administração Ford. Será relativamente único para este presidente e a primeira vez que ele assume o cargo", continuou.

Cheney era um dos grandes nomes do partido que deveriam discursar na Convenção Nacional Republicana, que aconteceu na semana passada, em Minnesota. Contudo, ele teve que fazer uma viagem internacional para assumir as negociações sobre a "[crise]": na Rússia e na Geórgia.

E para o vice-presidente, Palin moldaria a administração McCain com suas próprias experiências e sua relação com o senador por Arizona. "Nós tivemos todos os tipos de vice-presidentes ao longo dos anos", disse, em resposta à comparação entre o seu histórico e o da governadora do Alasca.

"Todo mundo traz um conjunto de experiências ao cargo e também um tipo diferente de entendimento com quem quer que seja o presidente", disse.

Cheney já conhecia Palin e telefonou para ela assim que soube de sua escolha para a chapa republicana. Ele descreveu seu discurso na convenção como "soberbo". "Eu adorei alguns de seus comentários", disse ainda sobre o discurso, que assistiu em Baku, capital azerbaijana.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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