Mundo
10/09/2008 - 21h52

Boneca de Sarah Palin é sucesso de vendas na internet

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da France Presse, em Washington

As bonecas de Sarah Palin, candidata republicana à vice-Presidência dos Estados Unidos, são um sucesso de vendas na internet. "Foi um sucesso!", afirma Emil Vicale, dono da empresa HeroBuilders.com, que desde 2002 personifica figuras históricas, políticas e do mundo do esporte.

Com uma franjinha na testa, óculos de aro retangular e lábios pintados, a boneca articulada de Palin vem nas versões terninho e calça, colegial sexy e super-heroína de microssaia.

Divulgação
Sarah Palin ganhou versão em boneca, vendida pela internet
Sarah Palin ganhou versão em boneca, vendida pela internet

"Vendemos dezenas de milhares de exemplares na internet", comemora Vicale. O corpo é fabricado na China, mas "a cabeça é moldada e pintada nos Estados Unidos".

Com esta miniatura, Palin agora faz parte do grupo de políticos que já tem seu próprio boneco à venda na internet --como os candidatos presidenciais Barack Obama e John McCain, Hillary Clinton e o presidente George W. Bush.

A boneca de Palin custa US$ 30 (cerca de R$ 52) e seu sucesso supera de longe os brinquedos dos candidatos Barack Obama e John McCain.

"Nas duas últimas eleições, conseguimos prever quem seria o vencedor baseados em nossas vendas. E posso dizer e vocês podem publicar: desta vez serão McCain e Palin, com certeza, e com uma boa vantagem!", afirmou Vicale.

Uma desconhecida no cenário internacional até o anúncio de que faria parte da chapa republicana, Palin tem atraído a atenção dos jornalistas e dos eleitores com discursos bem escritos e polêmicas envolvendo seu histórico político e vida pessoal.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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