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Editado por Guilherme Seto (interino), espaço traz notícias e bastidores da política. Com Danielle Brant

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MBL cria movimento para reunir pessoas LGBTQIA+ que não sejam de esquerda ou bolsonaristas

Nomeado MBLGBT, grupo tem a proposta de compartilhar propostas e definir ações com inspiração liberal

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Grupo O MBL está lançando o MBLGBT, iniciativa para reunir membros da comunidade LGBTQIA+ que não se identifiquem com a esquerda ou com o bolsonarismo.

Ideia À frente da iniciativa estão o vereador Fernando Holiday e o advogado Tiago Pavinatto. "A ideia é reunir todo mundo que é gay, que é simpático ao pensamento liberal, que não tem doutrinação de esquerda. Gente que gosta da direita, não é bolsonarista, é simpática ao liberalismo e precisa de alguma referência. Estamos juntando para compartilhar experiências e saber o que buscar e qual é a melhor maneira de tratar a questão LGBT dentro do espectro do liberalismo. É para repartir experiências e propor ações", diz Pavinatto.

"Queremos discutir projetos de viés liberal que possam ser trabalhados em favor da causa, principalmente na iniciativa privada, mas também no poder público", afirma Holiday.

Segundo o vereador, a esquerda tem um discurso "muito dependente das ações do estado que divergem de nossa ideologia liberal, além de uma associação partidária muito clara com comunistas e socialistas que se alinham internacionalmente com ditaduras que não representam o ideal de liberdade individuais."

No bolsonarismo, continua, eles repelem o culto à ditadura militar e "uma constante utilização de meios homofóbicos para a tentativa de deslegitimar opositores ou críticos".

Canais O grupo existia informalmente dentro do MBL, mas passa a ganhar corpo agora. Eles criaram um perfil no Instagram, o @mblgbt. Segundo eles, o grupo de WhatsApp começou a sofrer ataques de bolsonaristas e de neonazistas, e então eles estão buscando outras ferramentas para manter o diálogo.

"É o começo de uma ideia. Temos tido problemas de homofóbicos e neonazistas que entram para ameaçar o pessoal que está lá, e é um público já vulnerável. Tem muita gente do interior de estados que não são tão inclusivos como São Paulo, e estamos tendo que lidar com as carências dessas pessoas", diz Pavinatto.

Com Mariana Carneiro e Guilherme Seto

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