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Editado por Guilherme Seto (interino), espaço traz notícias e bastidores da política. Com Danielle Brant

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Deputado diz ser alvo de intimidação após receber dossiê sobre infiltração do crime no Amazonas

Amom Mandel afirma ter sido abordado de forma truculenta por policiais; secretaria de Segurança nega

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O deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM) denunciou a Polícia Federal, Ministério da Justiça e Câmara dos Deputados que vem sofrendo tentativas de intimidação desde o mês passado.

Audiência Pública - Problemas e soluções no transporte aéreo de passageiros. Dep. Amom Mandel (CIDADANIA - AM)
O deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM) - Renato Araújo/Câmara dos Deputados

As ameaças passaram a ocorrer, segundo ele, depois de ter recebido cópia de um dossiê feito pela própria Secretaria-Adjunta de Inteligência do Amazonas apontando indícios de ligação de autoridades da segurança pública do estado com facções criminosas.

Na noite da última quinta-feira (4), Mandel diz ter sido parado sem justificativa pela polícia em uma avenida de Manaus, em que foi constrangido de forma agressiva por PMs.

Em depoimento à PF, o parlamentar disse que foi abordado de forma truculenta, com armas de fogo apontadas para ele, sua esposa e uma amiga.

O deputado também relatou à PF que desde o mês passado vem recebendo mensagens de números desconhecidos com acusações contra familiares, além de ser alvo de desinformação em perfis de redes sociais que seriam ligados ao governo do estado.

"Há claramente uma ação em diversas frentes contra mim desde que encaminhei à Polícia Federal denúncias sobre o envolvimento do crime organizado com o poder público do estado", disse ele ao Painel.

Mandel diz ter pedido ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), proteção da Polícia Legislativa, que foi prometida para os próximos dias. Ele também conversou neste sábado (6) com representante do Ministério da Justiça.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas nega truculência. A pasta diz que a abordagem ao parlamentar foi parte de uma operação rotineira e que o carro em que ele estava foi parado porque trafegava com as luzes apagadas, vidros com insulfilme 100% e trocando de faixa de forma desordenada.

"O que aconteceu foi uma abordagem padrão da Polícia Militar, em que ao final os policiais foram desrespeitados e humilhados. Esses são os fatos", disse o secretário de Segurança, Vinicius Almeida.

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