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25/10/2012 - 07h00

Novos pontos de ônibus em São Paulo terão a 'cara' da região

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DE SÃO PAULO

A partir do começo do ano que vem, quem pegar ônibus do transporte urbano nas avenidas Paulista ou Luís Carlos Berrini vai esperar pelo transporte em uma estrutura com desenho avançado, batizada de ponto "high-tech".

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Nas marginais e nas proximidades de pontes e viadutos, o conceito do abrigo muda e a estrutura será em concreto, com maior resistência.

O consórcio que vai gerir os novos pontos de ônibus da cidade de São Paulo promete quatro estruturas diferentes, com design que se relaciona à região em que o equipamento for instalado.

"Pensamos nas características da cidade para desenhar os modelos. No centro histórico, por exemplo, os abrigos vão ser transparentes, permitindo que o usuário contemple o visual do entorno", afirmou Violeta Noya, representante do grupo vencedor.

A maior parte das vias --como a avenida Brasil, o entorno do parque Ibirapuera e a avenida Faria Lima--, porém, vai ter pontos em aço, chamados no projeto de "Caos Top".

"A intenção é embelezar São Paulo com as estruturas, que vão ser bem iluminadas e foram desenhadas para dar orgulho ao cidadão", afirma.

Em calçadas mais estreitas, com menos espaço para as estruturas originais, os pontos vão ser adaptados para proteger os usuários da chuva e de vento.

Os locais de instalação dos totens informativos de paradas de ônibus (sem cobertura), que não poderão ter publicidade, vão ser determinados por órgãos da prefeitura.

Editoria de Arte/Folhapress

REGIÕES

Os novos relógios de rua a serem instalados na cidade, de acordo com Ana Célia Biondi, representante do consórcio ganhador da concessão, foram projetados para durar 25 anos e serão operados e atualizados à distância.

"O projeto do relógio levou em conta as características da cidade. São dois modelos exclusivos capazes de resistir à chuva, à poluição, aos ventos", disse Biondi.

O grupo vai começar a substituir os antigos modelos no primeiro semestre do ano que vem e tem 14 meses para concluir o trabalho.

As regiões leste, oeste, norte e sul vão receber, no mínimo, 150 relógios. A porção central da cidade vai ter, no máximo, cem unidades. (JAIRO MARQUES)

 

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