Barba, cabelo e bigode: faça em casa e fique bem na videoconferência

Durante a quarentena para combater o coronavírus, vale investir em uma máquina de corte

Danae Stephan
São Paulo

Com o isolamento por causa do coronavírus se intensificando, tarefas corriqueiras como fazer a barba e cortar o cabelo estão a cada dia menos acessíveis.

As opções são assumir o visual ermitão ou investir em uma máquina de corte e fazer em casa o básico da barbearia. A boa notícia é que, hoje, há opções de máquinas eficientes a partir de R$ 80.

"Como a gente não sabe quanto tempo vai durar a quarentena, aconselho comprar uma máquina profissional, que garante um melhor resultado", diz Marcio Ramos, barbeiro e cabeleireiro do salão Love Hair, em São Paulo. "Conheço gente que comprou a mais baratinha, dessas de R$ 20, e não conseguiu fazer nada."

As marcas profissionais Wahl e Babyliss estão entre as mais indicadas por barbeiros e têm loja própria no Brasil, com preços que vão de R$ 350 a R$ 2.000. Já Phillips e Gama Italy oferecem bons modelos, profissionais ou não, a partir de R$ 100.

Outro cuidado é com a idade da máquina: as mais antigas só podiam ser usadas a seco porque suas lâminas enferrujavam. As novas são de inox e funcionam bem em cabelos e pelos úmidos.

Entre a máquina de corte e a de acabamento, prefira a segunda, que faz os dois trabalhos. "Também recomendo máquinas com fio, que dão mais autonomia", afirma Ramos.

Quem não tem familiaridade com a máquina tem que ir com muita calma. "Meu conselho para quem vai cortar pela primeira vez o próprio cabelo é começar passando só nas laterais e atrás da cabeça, para treinar", diz Erick Bonani, do salão Criart, em São Paulo. Na sessão seguinte, vale se aventurar no topo da cabeça, usando a máquina nos dois terços de trás e a tesoura na franja.

Para a barba, os profissionais recomendam fazer o procedimento logo após o banho, com os pelos amolecidos e ainda úmidos. Ou finja que está num salão de verdade e faça uma compressa com uma toalha quente. E aproveite para relaxar.

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