Funcionário da CSN é diagnosticado com novo coronavírus

Empresa divulgou comunicado interno informando que colaborador da companhia em São Paulo está bem

São Paulo

Um funcionário da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) que trabalha em São Paulo foi diagnosticado com o novo coronavírus.

Em comunicado interno, a empresa diz que o funcionário, que trabalha na unidade da avenida Faria Lima (centro financeiro na região oeste da cidade), está bem de saúde e que os sintomas equivalem aos de um resfriado leve.

A CSN pediu aos demais funcionários que sigam as recomendações de higiene do Ministério da Saúde.

"Lembramos que não há motivo para mais preocupações, bastando estarmos atentos para sintomas como febre, tosse ou resfriado, assim como dificuldade para respirar", informou a companhia no comunicado.

Procurada, a CSN ainda não respondeu à reportagem.

Esse é o segundo caso confirmado na avenida Faria Lima, via na capital paulista que concentra os principais bancos, corretoras e empresas de tecnologia.

No dia 1º de março, a XP, maior corretora do país e cujo escritório fica na Faria Lima, também registrou um caso de coronavírus. Foi o segundo diagnóstico confirmado no país.

O funcionário de 32 anos esteve recentemente no norte da Itália, em viagem de lazer, e teve reuniões de trabalho na sede da XP. A companhia afirmou que todos os colaboradores que tiveram contato próximo com o profissional estão sendo acompanhados e orientados por médicos especialistas —e que nenhum deles apresentou qualquer sintoma da doença por enquanto.

O Brasil já registra 34 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus. Os dados, divulgados nesta terça-feira (10), são de plataforma criada pelo Ministério da Saúde.

Até esta segunda (9), eram 25 casos no país. Entre as novas confirmações, 5 ocorreram no Rio de Janeiro, 3 em São Paulo e 1 no Rio Grande do Sul.

Na semana passada, a Mastercard fechou seu escritório em São Paulo, além de um anexo da sede em Purchase, no estado de Nova York, depois que um funcionário teve o diagnóstico confirmado.

Esse funcionário, que trabalha em São Paulo, esteve no anexo, nos Estados Unidos. As duas unidades estariam passando por higienização.

A empresa recomendou que os funcionários que estiveram em contato com o empregado diagnosticado procurem atendimento médico caso apresentem sintomas. Eles deverão trabalhar em casa por 14 dias.

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