Para Matheus Silva Filho, congressistas serviram a aposentadoria do povo na bandeja

'Muito obrigado, presidente Jair Bolsonaro', diz Arcangelo Sforcin Filho

Previdência aprovada
Senadores e deputados lavaram as mãos como Pilatos e serviram a aposentadoria do povo na bandeja. Regredimos no tempo.
Matheus T. Silva Filho (Curitiba, PR)

Muito obrigado, presidente Jair Bolsonaro.
Arcangelo Sforcin Filho (São Paulo, SP)


Bolsonaro
Boa analogia --a começar pelo título, "Reinações de Jairzinho" (Opinião, 22/10)-- fez Hélio Schwartsman sobre os desvarios do ocupante do Planalto. Porém a fuga da normalidade afeta a todos nós, nação supostamente soberana. Aproveitando a paródia com Monteiro Lobato, as ações presidenciais estão mais para "Urupês", o fungo que está corroendo e destruindo o país.
Adilson Roberto Gonçalves (Campinas, SP)

Será que Hildebrando Teixeira ("Painel do Leitor", 21/10), que, na sua ânsia de defesa bolsonarista, tenta justificar a extinção de comitês como o de planos de ação de incidentes com óleo, que ele diz terem sido montados pelo petismo como meio de sobrevivência, sabe que seus membros não são remunerados? Não custa se informar.
Flávio Fonseca (Mendes, RJ)


Beneficência
Toda beneficência é louvável, e pouco importa a origem de quem a realiza. Pergunto, porém, ao articulista Nizan Guanaes ("Rabino Alpern", Mercado, 22/10) se os sofridos palestinos, muitos dos quais crianças, também pertencem à humanidade a que se refere. Isso porque o ramo ortodoxo (Chabad-Lubavitch) ao qual pertence o "seu" rabino é veementemente contrário à devolução dos territórios palestinos, da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, ilegalmente ocupados por Israel há décadas.
Mauro Fadul Kurban (São Paulo, SP)

Muçulmanos rezam em frente a portão de Damasco, acesso à cidade velha de Jerusalém - 3.dez.2010/Reuters

Concordo que a atuação do rabino Alpern merece elogios. Em se tratando do nome de Deus , lembro o Shemá Israel, facilmente comprovado em centenas de sinagogas pelo mundo , como o Grande Templo Judaico de Buenos Aires.
Lino Roberto Pakuschewski (Curitiba, PR)


Privatização
Se Furnas, que é apenas uma subsidiária da Eletrobras, briga na Justiça para demitir 1.041 funcionários para poder ser privatizada, esta Folha não poderia levantar quantos brasileiros irão para a rua quando da privatização de todas as estatais que estão na mira dos neoliberais do governo?
Antonio Carlos Orselli (Araraquara, SP)

O artigo "Nova privataria, velha dilapidação", de Antônio Marcos Capobianco (22/10) nos dá um real painel sobre a triste realidade política e econômica à qual o povo brasileiro é submetido. Só um reparo: deu ao período 2003 a 2011 apenas uma linha. Deveria ter investido um parágrafo. Assim poderia incluir o que foi feito com a Petrobras e com recursos do BNDES em obras no exterior. 
José Antônio Santos Farina (Poços de Caldas, MG)


O preço do gás
Em 9/4, Paulo Guedes afirmou que o governo tinha por meta reduzir o preço do gás de cozinha à metade em dois anos. Em 5/5, houve reajuste de 3,43%. Ontem, 22/10, foi anunciado um novo aumento nas distribuidoras --5,3%. Será que alguém vai acreditar em promessas futuras de redução de preços?
Rodolpho Odair Sverzutti Cava (Cafelândia, SP)

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Gás de cozinha no Pará é o sétimo mais caro do país - Cláudio Ferreira/Fotoarena/Folhapress

Cultura
Jards Macalé presenteará o Teatro Oficina com um show (Mônica Bergamo, 22/10), e o dinheiro arrecadado irá para a restruturação do teatro. Essa notícia é o retrato da cultura em nosso país. O Oficina tem à sua frente um dos grandes gênios do Brasil e precisa de benesses desse tipo para se manter.
Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)

Jards Macalé apresenta releituras de sucessos da carreira
O compositor Jards Macalé - Andrea Nestrea/Divulgação

Óleo na praia
A Folha precisa saber que possui um gênio entre seus colaboradores chamado Laerte. A charge foi de arrepiar. Fantástica!
André Pedreschi Aluisi (Rio Claro, SP)

charge Laerte 22 de outubro - óleo no Nordeste
Charge de Laerte - Laerte

"'Governo não vai gastar um minuto com polêmica', diz Salles em visita ao litoral de PE" (Ambiente, 22/10). Salles está certo. O governo não gasta um minuto em polêmica. Gasta horas, dias, meses. Provavelmente gastará o mandato todo.
Eduardo Rocha (Rio de Janeiro, RJ)

Ao dizer que o seu trabalho é identificar o óleo, sem maior interesse em desvendar a causa do suposto crime ambiental, Salles confessa a incompetência do governo. É indiscutível o prejuízo que o Nordeste sofre, tanto em seu ecossistema marinho como no turismo.
Natanael Batista Leal (Brasília, DF)

Até quando e até onde vai a irresponsabilidade deste desgoverno? O que fazem? Reuniões para descobrir de onde veio e quem praticou esse crime, enquanto as vítimas --pescadores, moradores do litoral nordestino, donos de pousadas, pequenos comerciantes, turistas, peixes, tartarugas, corais e manguezais-- são duramente afetados, com consequências nocivas que podem perdurar por muito tempo. Evitar que o óleo chegue ao continente é a medida óbvia.
Ivan Cunha (Recife, PE)

Tu és responsável...
Ótimo o texto de Pablo Ortellado de 22/10 ("O pequeno príncipe"). Retratou com clareza as dinâmicas das quais fazemos parte, não todos com o mesmo grau, analisando com profundidade o problemático contexto histórico em que vivemos.
Amanda Visani (São Paulo, SP)


Chile
A América Latina está mergulhada numa crise social e econômica sem precedentes, e com viés político polarizado. Nem Chile, nem Venezuela, nem Brasil, nem Argentina são capazes de propor políticas públicas sociais e econômicas sustentáveis, que consigam diminuir a desigualdade social nestas bandas de cá. Para um mediano entendedor de história como eu, a conclusão é que não evoluímos em nada desde os tempos coloniais. A América Latina ainda é solapada pela barbárie colonialista.
José Flávio Viana Guimarães (Uberlândia, MG)

Reformas
Risível ouvir Paulo Guedes afirmar que gastos com servidores são a segunda maior despesa, logo atrás do gastos com a Previdência ("Guedes fatiará reforma para incluir toda a jornada do servidor", (Mercado, 22/10). Ele omite a verdade ao não citar que o maior gasto da União é, de longe, o serviço da dívida pública. O povão paga impostos extorsivos para financiar a elite. O governo é o Robin Hood às avessas.
Milton Nauata (Campinas, SP)

Flavio Bolsonaro e Paulo Guedes no Senado - Adriano Machado/Reuters

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